domingo, 21 de dezembro de 2014

OS PERIGOS DA FAMA

O mais novo lançamento do Pr Marcos Mota. Os perigos da Fama mostra alguns personagens bíblicos que não tiveram equilíbrio enquanto tinham fama. O livro também fala de artistas da música, como Elvis Presley, Whitney Houston e Britney Spears. No último capítulo desta obra, o autor mostra o exemplo de Jesus, alguém que teve muita fama e manteve o equilíbrio.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

LIVRO DO PR MARCOS MOTA: "JOVENS DEBAIXO DA UNÇÃO"

Este livro será uma grande benção para a nossa Juventude Cristã. Um momento muito propicio para falar de Jovens debaixo da Unção, em um período de escases espiritual, quando muitos estão focados mais em coisas materiais do que espirituais. Vale apena adquirir e presentear uma pessoa com um exemplar desta obra.

LIVRO DO PR MARCOS MOTA: UM MISSIONÁRIO EM NOVA YORK

Este livro tem mudado o conceito de missões de muitas pessoas. Muitos pensavam que fazer missões nos Estados Unidos seria fácil, mas através deste livro têm sido orientados de uma maneira objetiva e real como que um missionário brasileiro realiza a sua missão em um país de primeiro mundo, como é o caso dos Estados Unidos. Vale a pena ler, vc também terá informações preciosas sobre a cidade mais famosa do mundo, desde sua fundação até os dias atuais, uma verdadeira viajem para Nova York sem precisar sair de casa...

terça-feira, 17 de julho de 2012

* ESCOLA DOMINICAL- Serão ensinados assuntos Bibliológicos para municiamento de professores e alunos. * A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA DOMINICAL PARA MANTER UMA FAMÍLIA SAUDÁVEL. Serão ensinados assuntos relacionados com a Escola Dominical que beneficia a família. * QUALIFICAÇÃO DE PROFESSORES PARA A ESCOLA DOMINICAL- Serão ensinados assuntos pedagógicos para que os professores estejam mais preparados para darem aulas mais dinâmicas e proveitosas. * COSMOVISÃO CRISTÃ-Serão ensinados assuntos atuais para combater os ensinos que nossos filhos estão recebendo através da mídia, escolas seculares e etc.... * AS SETENTA SEMANAS DE DANIEL- Serão ensinados assuntos do passado, arrebatamento da Igreja, tribulação, anti-Cristo, vinda do Senhor em Glória com a Igreja e milênio. * LITURGIA- Serão ensinados assuntos referente ao culto religioso, além de toda a história da palavra liturgia na Grécia antiga. * EVANGELISMO E DISCIPULADO- Serão ensinados assuntos de como evangelizar e instruir os novos convertidos. * FAMÍLIA CRISTÃ- Serão ensinados fatores importantes para um desenvolvimento sadio da família dentro dos patrões bíblicos. * A HISTÓRIA DA VIDA HUMANA- Serão ensinados assuntos desde o nascimento até a velhice. A mais fantástica criação de Deus (o ser humano). ACESSE O MEU BLOG DE SEMINÁRIOS E MARQUE UMA AGENDA PARA SUA IGREJA! www.worldseminarios.blogspot.com

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Resgatando valores importantíssimos!


Talvez você esteja estranhando o título deste assunto, mas farei comentários da Igreja que iniciou em Belém do Pará fazendo um paralelo com a Assembléia de Deus hodierna. Na chegada dos missionários suecos ao Brasil em 1910 deu início a um moviemnto pentecostal nunca visto antes em terras brasileiras. Não foram os primeiros pentecostais a chegarem ao Brasil, mas foram os que disseminaram essa crença. Começaram a evangelizar o norte do país primeiramente e depois as demais regiões, porém com muitas dificuldades. Tudo era muito difícil naquela época. A população brasileira em 1910 era de 23.151.669 habitantes, dos quais 67% viviam no campo. Os primeiros obreiros sofreram muita perseguição, perigos diversos, transportes rusticos, muitas enfermidades que levavam a morte porque não tinham os recursos que temos hoje. O dinheiro era muito difícil de ganhar; a Igreja financeiramente era muito pobre e para sobreviverem um dos missionários trabalhava materialmente para manter o outro integralmente na obra. A mensagem que eles pregavam era: Jesus Cristo salva, cura, batiza com Espírito Santo e leva para o céu. Viviam de maneira simples, não tinham arrogância e não se achavam merecedores de nada. Muitas pessoas eram alcançadas anualmente e batizadas nas águas como também no Espírito Santo. Desta maneira, a Assembléia de Deus foi crescendo, avançando para todas as direções deste país, até alcançar o primeiro lugar como denominação. Nasci no final do ano de 1967, e desde minha infância sirvo ao meu Senhor. Conheci essa Igreja a 42 anos atrás, porque comecei a me integrar nos departamentos com 2 anos de idade. Conheço a maioria dos hinos da harpa; dediquei-me a música um bom período de minha vida; cantei no infantil, nos adolescentes, nos jovens, no coral, toquei na orquestra, trabalhei na equipe de evangelismo, secretaria de missões, coordenador geral de jovens, fui secretário da Igreja, membro do crivo para separação de obreiros, organização de eventos, além de outras funções. A diferença da Assembléia de Deus que conheci quando criança para os dias atuais é muito grande, parece até outra Igreja.Muitas vezes presenciei Jesus batizar com Espírito Santo na Escola Dominical, culto nos lares, na igreja em cultos normais, sem precisar fazer um grande movimento para que isso acontecesse. Quando uma pessoa aceitava a Jesus, a primeira coisa que era ensinado para ela era buscar o batismo com o Espírito Santo. Hoje raramente alguém fala em batismo com Espírito Santo. Pregação sobre salvação era comum se ouvir, hoje raramente ouvimos sobre a mensagem da cruz.Os cultos de ensimentos eram muito frenquentados, hoje dá para contar quantas pessoas estão frequentando esses cultos. Evangelismo era prioridade, hoje pouco ouvimos falar sobre isso. A Igreja da minha infância e juventude orava muito, hoje ora pouco ou quase nada. Os crentes respeitavam os pastores, hoje se não fizer o que eles querem (com raras excessões),o pastor não serve e pode ser trocado de congregação.Quando iniciava os cultos a igreja estava lotada, hoje muitos chegam depois de meia hora de culto e as vezes não esperam o culto acabar. Os conferencistas e cantores de outrora faziam a obra de Deus visando as almas que estavam perdidas, hoje a maioria tem um ministério itinerante visando primeiramente seus interesses pessoais e depois se alguma coisa acontecer no reino é bem vinda. A Bíblia diz que o obreiro é digno de seu salário e quem prega o evangelho que viva do evangelho. Viver do evangelho e enriquecer pelo evangelho tem uma grande diferença. Quando se realiza congressos, são milhares de reais gastos, na maioria das vezes com pregadores e cantores que cobram cifras fora da realidade brasileira. O que eu e você ganhamos em um mês de trabalho duro, eles ganham em menos de uma hora ou em minutos. Antes precisava de um crente para ganhar 20, hoje precisa de 20 para ganhar um e as vezes o índice é menor. Mas nada esta perdido, confio que logo reencontrataremos o caminho que iniciou em Belém do Pará, quando a igreja vivia na simplicidade do evangelho, que saudades...!

Faça seu comentário, é muito importante!!!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Homofobia: O que a Bíblia diz sobre homossexualismo?


Sodoma e Gomorra (do hebraico סְדוֹם Sodom e עֲמוֹרָה Amorah ) são, de acordo com a Bíblia judaico-cristã, duas cidades que teriam sido destruídas por Deus com fogo e enxofre descido do céu. Segundo o relato bíblico, as cidades e os seus habitantes foram destruídos por Deus devido a prática de atos imorais(práticas homossexuais). A expressão "Sodoma e Gomorra" se aplica, por extensão, às cinco cidades-estado do Vale de Sidim, no Mar Salgado ou Mar Morto. Eram elas: Sodoma, Gomorra, Admá, Zebolim e Bela (também é chamada de Zoar). O Vale de Sidim ("Vale dos Campos") era descrito como um lugar paradisíaco. Ocupava uma área aproximadamente circular no vale inferior do Mar Salgado, atualmente submerso pelas suas águas salgadas. A região é chamada em hebraico de Kikkár que significa "bacia". A pequena península na margem oriental do Mar Salgado, é chamada em árabe de El-Lisan que significa "a língua". Desde a península de El-Lisan ao extremo sul, se estenderia o Vale de Sidim. O seu fundo registra uma profundidade de 15 a 20 metros, enquanto para norte da península, o fundo desce rapidamente para uma profundidade de 400 metros.Vale de Sidim, a Sul de "El-Lisan", Mar Morto segundo a Bíblia, o motivo da destruição das cidades de Sodoma e Gomorra foram a perversidade de seus habitantes e a imoralidade e a desobediência ao Senhor. Após o retorno de Abraão do Egito, o relato bíblico menciona que os habitantes de Sodoma eram grandes pecadores contra Deus. Porém, isso não impediu uma coexistência pacífica entre os habitantes de Sodoma com o patriarca Abraão, e com o seu sobrinho, Ló. Alguns escritos judaicos clássicos enfatizam os aspectos de crueldade e falta de hospitabilidade com forasteiros. Uma tradição rabínica, exposta na Mishnah, afirma que os pecados de Sodoma estavam relacionados à ganância e ao apego excessivo à propriedade, e que são interpretados como sinais de falta de compaixão. Alguns textos rabínicos acusam os sodomitas de serem blasfemos e sanguinários. Outra tradição rabínica indica que Sodoma e Gomorra tratavam os visitantes de forma sádica. Um dos crimes cometidos contra os forasteiros é quase idêntico ao de Procusto, na mitologia grega, dizendo respeito à "cama de Sodoma" (midat sdom) na qual os visitantes eram obrigados a dormir. Se os hóspedes fossem mais altos, eram amputados, se eram mais baixos, eram esticados até atingirem o comprimento da cama. A destruição das cidades segundo o livro de Gênesis, dois anjos de Deus dizem a Abraão que "o clamor de Sodoma e Gomorra se têm multiplicado, e porquanto o seu pecado se têm agravado muito". Abraão então intercede consecutivas vezes pelo povo sodomita, e Deus ao final lhe responde se houvesse em Sodoma dez pessoas justas, a cidade não seria destruída. Nesse mesmo dia, os dois anjos que visitaram Abraão descem à cidade e são hospedados na casa de Ló. Antes de se deitarem, os homens da cidade cercaram a casa de Ló para terem relações sexuais com seus dois hóspedes. Ló então sai na defesa dos anjos, oferecendo suas filhas virgens para saciar o desejo da multidão.Ferindo com cegueira os homens que estavam junto á porta da casa de Ló, os anjos retiram o patriarca e sua família da cidade e lhes dá a ordem de seguirem sempre em direção das montanha sem olharem para trás. Então, de acordo com Gênesis, inicia-se a destruição de Sodoma e de toda a planície daquela região. Quando a Bíblia relata a criação do homem (Adão), não encontramos nenhum comportamento homossexual no primeiro ser criado. Além disso, ao ver que Adão precisava de uma companheira para ser a sua adjuntora (que estivesse ao seu lado), ele cria uma mulher. Partindo do princípio da criação, podemos observar que a mudança de atitude em relação a escolha sexual, nada tem haver com a vontade diretiva de Deus(isto é, não foi criado por Deus). Se a prática homossexual não foi criada por Deus, seria uma doença? As principais organizações mundiais de saúde, incluindo muitas de psicologia, não mais consideram a homossexualidade uma doença. Desde 1973 a homossexualidade deixou de ser classificada como tal pela Associação Americana de Psiquiatria. Se a homossexualidade não é uma doença o que seria então? O assunto é um tanto complexo quando tratado com seriedade, mas sendo fiel ao tema sobreposto devo afirmar que a Bíblia se coloca totalmente contra a essa prática e relacionarei abaixo alguns textos bíblicos sobre o assunto:

Havia também sodomitas na terra; fizeram conforme a todas as abominações dos povos que o SENHOR tinha expulsado de diante dos filhos de Israel.
1 Reis 14:24

Sabendo isto, que a lei não é feita para o justo, mas para os injustos e obstinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreligiosos, para os parricidas e matricidas, para os homicidas,para os devassos, para os sodomitas, para os roubadores de homens, para os mentirosos, para os perjuros, e para o que for contrário à sã doutrina, 1 Tm 1:9,10.

Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.
1 Cor 6:10

É comum ouvirmos falar de homofobia, e muitos não sabem seu significado. Homofobia, do grego “homo” (igual) e “fobia” (medo), significa, literalmente, “aversão, medo ou ódio em relação ao homossexual”. Dito assim, não me considero homofóbico. Não tenho medo, apenas discordo da opção e de sua pretensa legitimidade. Como cristão, que reconhece as Sagradas Escrituras como regra única de fé e prática, entendo que devo concordar com o apóstolo Paulo quando sugere que o homossexualismo é pecado e consequência do distanciamento do ser humano em relação a Deus: “por causa disso, Deus os entregou as paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram as relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão” (Romanos 1:26-27).Existe uma palavra grega que define aqueles que são de opinião contrária à prática homossexual, homodiafonia, do grego “homo” (igual) e “diafonia” (dois sons distintos, dissonância, discordância). Significa, literalmente, discordância da opção homossexual. Ter opinião contrária não significa discriminação, como alguns tentam dizer por não aceitarem opinião contrária. Vivemos em um país democrático, onde cada pessoa pode opinar sobre qualquer assunto,isto inclue a prática homossexual. Devemos amar as pessoas sem acepção, mas não somos obrigados a concordar com suas práticas, principalmente as que são contrárias aos ensinamentos bíblicos.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O que é melhor, viver ou morrer?


Essa é uma pergunta que pode ter diversas respostas, simplesmente pela complexidade da formação do psiquê do ser humano. Para uns é uma simples resposta, para outros um pensamento profundo de grande reflexão! Em quais circunstâncias poderíamos filosofar nesse momento com esse assunto? Sugiro levarmos isso para o campo teológico, especificamente baseando na vida do apóstolo Paulo. Segundo a minha intensa expectação e esperança, de que em nada serei confundido; antes, com toda a confiança, Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte. Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei então o que deva escolher. Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor. Mas julgo mais necessário, por amor de vós, ficar na carne, Fp 1.20-24. Sei que a princípio você poderia estar pensando que o Pr Marcos Mota esta fora de juizo, mas agora já esta raciocinando a respeito do complexo assunto. Sei que pode parecer um pensamento que muitos não publicariam, porque pode contrastar com a vontade esmagadora dos que fazem de tudo para fugir da morte. Porém não estou analisando que a morte é melhor que a vida, estou trazendo a lume uma questão para o campo da filosofia, isto é, reflexão sobre o assunto sobreposto. Agora é de madrugada em Richmond, capital da Virgínia. Enquanto eu digito, meu pensamento leva a ver a profundidade da dúvida que paerava sobre o apóstolo Paulo quando dessa maneira expressou... Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei então o que deva escolher. Paulo vem com um assunto antagônico ao que pensa a maioria das pessoas. Ele diz que morrer e viver estão em pé de igualdade naquele momento de sua vida, porque ele teve uma profunda experiencia com Deus quando foi arrebatado em espírito, e viu coisas tão maravilhosas no céu que a terra não tinha mais o mesmo prazer que outrora lhe proporcionara. Ele chega a ponto de mencionar que tinha desejo de partir(morrer), porque isto era muito melhor!!! Muitos em nossos dias o chamaria de louco, principalmente se esse assunto fosse debatido entre os acadêmicos. Mas será que isso é loucura mesmo, ou ele estava coberto de razão? Por outro lado ele estava muito ligado aos seus liderados e gostaria muito de poder viver um pouco mais para de alguma forma ajudá-los no desenvolver de suas vidas cristãs. Como dizia um grande amigo meu, pastor Misael Francisco da Silva(in memorian), esse é um assunto profundo, polêmico e filosófico. Creio que por mais que tentem dissecar esse assunto, sempre haverá polêmica e não será dirimida a dúvida sobre qual decisão o apóstolo Paulo deveria tomar, mesmo porque, nem ele sabia! O certo é que a vida é um presente de Deus para o ser humano, mas também a morte para os salvos é o meio de transporte que os levam para estar com Cristo. Eis a questão: o que é melhor, viver ou morrer?

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Natal - História, Tradição e Essência



Natal - Palavra originária do latim "natalis" que significa nascimento ou dia de aniversário, do nascimento. Para o mundo cristão, é o dia do nascimento de Cristo. É o feriado mais importante da cristandade. Não existe nenhuma informação na Bíblia sobre a data do nascimento de Jesus. Mesmo em fontes históricas insuspeitas, não há elementos suficientes para que se possa fixar o dia e o mês do nascimento de Cristo.
JOHN DAVIS declarou que a data de 25 de dezembro para o nascimento de Cristo começou no Séc. IV, sem autoridade que a justificasse. Alguns estudiosos da Palestina são unânimes em afirmar que o nascimento de Cristo não podia ter sido em 25 de dezembro, pelo fato dos pastores estarem pernoitando no campo com seus rebanhos.O fato de se agasalharem os pastores com o seu rebanho ao ar livre da primavera ao outono, e não no inverno, sugere que Jesus não podia nascer nesta estação fria. Ainda que o dia exato seja por nós ignorado, a realidade do seu nascimento é um fato histórico de profunda significação para nós. Não importa a data, importa apenas que Ele se fez carne e habitou entre nós. Por quê, então, esta data foi escolhida para a comemoração do natal? Em 354 d.C, nas igrejas ocidentais, incluindo a de Roma, celebrava-se o natal em 25 de dezembro, era uma data erroneamente dada como o solstício do inverno, em que os dias começam a aumentar, data da festa central do mitraísmo, o "natalis invieti solis" ou "aniversário do sol invencível". Ao se afastar de Deus, o homem cria os seus próprios cultos, e destes, o que mais se destacou entre os pagãos, foi o culto ao deus do sol, por ser a fonte suprema de energia e o causador da fecundidade. Os nomes históricos revelam esta idolatria ao sol. Por exemplo: Faraó significa "Sol", Belsazar = Príncipe de Bel. Sol; Nabucodonosor = o sol protege minha coroa. Porisso os cristãos da época associaram Cristo como o "Sol da Justiça", a "Luz do mundo", para que fosse lembrado o seu nascimento no dia do culto pagão ao deus sol. Porisso foi escolhido a data de 25 de dezembro para o Natal. Não celebrar o natal apenas pelo fato de ter-se originado com os povos pagãos não é um argumento muito convincente. Veja bem, os pagãos contribuíram grandemente para que surgisse a escrita. Se avaliarmos por este prisma, então teríamos de admitir que não deveríamos também escrever. Jamais devemos nos esquecer que a essência da religião é servir.Comemorar o natal é uma grande oportunidade de colocarmos em prática um pouco mais a essência da religião de Cristo: ajudar aos necessitados e levar-lhes o evangelho.

O Papai Noel : origem e tradição

Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas. Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele. A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.

Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom. Porém, em 1881, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o bom velhinho com uma roupa, também de inverno, nas cores vermelha e branca (as cores do refrigerante) e com um gorro vermelho com pompom branco. A campanha publicitária fez um grande sucesso e a nova imagem do Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo. Obviamente que o Papai Noel não representa o verdadeiro Natal!

A Essência do Natal - Quatro verdades cristãs sobre o Natal

1- Comemoramos o nascimento de Cristo todos os dias do ano! Sim, esta é a mensagem do Evangelho: E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade... (João 1:14). Não há um culto sequer, durante o ano, em que deixemos de louvar a Deus pela vinda de Jesus para ser o nosso Redentor.

2- Comemoramos o Natal com consciência de quem é Jesus e do que Ele fez por nós. Sabemos que Jesus é eterno, que no princípio Ele era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus (João 1:1). Compreendemos que o homem Jesus foi a encarnação do Filho de Deus, e que todas as coisas (o Universo) foram feitas por intermédio dele (Jesus), e sem ele nada do que foi feito se fez (João 1:3).

3- Entendemos que a vinda de Jesus ao mundo é prova do grandioso amor de Deus por nós. Comemorar o Natal é um privilégio quando lembramos que Deus amou o mundo (a nós) de tal maneira que deu Seu Filho... (João 3:16).

4- Ao louvarmos a Deus pelo Natal de Cristo, estamos também reconhecendo o que somos: mas a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus. (João 1:12).



Comemorem o Natal, sabendo que a essência do Natal é Jesus!

Feliz Natal a todos!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

SEM CONVICÇÃO NÃO HÁ TRANSFORMAÇÃO

I Reis 17.1

Então Elias, o tisbita, que habitava em Gileade, disse a Acabe: Vive o Senhor, Deus de Israel, em cuja presença estou, que nestes anos não haverá orvalho nem chuva, senão segundo a minha palavra.

É possível transformar uma situação? Uma pessoa? Uma nação?
Sim! Mas é preciso ter convicção.
SEM CONVICÇÃO NÃO HÁ TRANSFORMAÇÃO.

Segundo a descrição histórica de I Reis 16.30-33, a situação de Israel era terrível. O rei Acabe deu as costas a Deus e, deliberadamente, se opôs a ele. Dedicou-se à idolatria e a promoveu junto ao povo. Havia um número muito pequeno de fiéis, porém, estavam amedrontados e vivam escondidos numa caverna.

Os valores nacionais foram corrompidos. Houve um declínio moral incrível. A nação se afastou de Deus (não só rei e sua esposa, mas todos, do menor ao maior).

O profeta Elias foi o único que resistiu, que não entrou na onda da maioria. Ao contrário, ele colocou de lado o conforto e a conveniência para testemunhar em nome de Deus, mesmo colocando sua vida em risco.

E Elias conseguiu mudar o quadro. Ao final, os profetas de Baal foram derrotados; o rei Acabe foi deposto e sua malígna esposa Jezabel foi devorada por cães. A nação voltou-se mais uma vez para Jeová, o único Deus verdadeiro.

Se a convicção é condição essencial para a transformação, temos que perguntar: Quais eram as convicções de Elias?O que o tornava tão firme? Onde alguém poderia encontrar coragem para manter-se firme na fé naqueles dias escuros, quando uma nação inteira havia abandonado a verdade? Onde ele arranjaria forças para encarar um rei idólatra e avisar que seu castigo está próximo?

Encontraremos as respostas a estas perguntas, ao estudar a vida e o ministério de Elias. Examinaremos três princípios chaves de aplicação prática em nossos dias.

1. ELIAS TINHA CERTEZA DA REALIDADE DE DEUS - vs 1a.
"Tão certo como vive o Senhor...".

- Deus é vivo e o profeta não tinha dúvidas a esse respeito.

- Acabe e seus comparsas achavam que tinham acabado com o culto a Jeová. Mas cometeram um grave erro. Esqueceram-se de um único homem - Elias. E, para que Deus transforme qualquer situação, basta um único homem, um indivíduo completamente comprometido com Deus, imbuído daquela convicção, daquela certeza que só Deus pode pôr no coração dele.

- Um dos aspectos mais fascinantes do cristianismo é seu poder de transformar vidas.O mundo não se impressiona com o nosso discurso. É o caráter que conta. O que as pessoas querem mesmo ver é a realidade de Deus em nossas vidas.

- Existe na sua vida algo que não possa ser explicado pelo mundo natural? Alguma prova concreta da realidade de Deus em sua vida? Seus filhos podem ver isto? Seus pais? Vizinhos? Amigos? Inimigos?

Jó tinha esta convicção: Pois eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra (19.25).

O Apóstolo Paulo também: Por esta razão sofro também estas coisas, mas não me envergonho; porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia (II Timóteo 1.12).


2. ELIAS TINHA CERTEZA DE QUE ERA REPRESENTANTE DE DEUS - vs. 1b.
"Perante cuja face eu estou".

Deus usa pessoas comuns para alcançar propósitos divinos - é um milagre.

Entretanto, embora o mundo tenha sede de respostas, muitos crentes gaguejam. Enquanto o mundo estende os braços pedindo socorro, os crentes observam a tudo, imóveis ou dando de ombros.

Elias poderia ter feito isso também, no entanto disse: "Eu sirvo ao Deus de Israel".

Sabe como Deus reage às crises? Ele convoca seus servos ao serviço. Não apenas no púlpito, mas em todos os lugares (lares, empresas, escolas, etc.).

Deus não quer ativismo; quer que estejamos disponíveis sempre que Ele precisar. "Senhor, que desejas de mim hoje?". Nós somos os representantes de Deus na terra.

O Apóstolo Paulo declara em II Coríntios 5.20: De sorte que somos embaixadores por Cristo, como se Deus por nós vos exortasse. Rogamo-vos, pois, por Cristo que vos reconcilieis com Deus.

SEM CONVICÇÃO NÃO HÁ TRANSFORMAÇÃO



3. ELIAS TINHA CERTEZA DE QUE O PODER DE DEUS ESTAVA À SUA DISPOSIÇÃO - vs 1c.
"Nem orvalho nem chuva haverá nestes anos segunda minha palavra".

Como é que ele poderia ter tanta certeza disso? Elias era algum tipo de mago? Não. Lemos no livro de Tiago que: "Elias era homem semelhante a nós".

Seu segredo era orar e estudar as Escrituras. Assim, podia confiar que o Senhor faria aquilo que havia dito.

As palavras que ele disse podem ser encontradas em Deuteronômio 11.16-17: Guardai-vos para que o vosso coração não se engane, e vos desvieis, e sirvais a outros deuses, e os adoreis; e a ira do Senhor se acenda contra vós, e feche ele o céu, e não caia chuva, e a terra não dê o seu fruto, e cedo pereçais da boa terra que o Senhor vos dá.

Em outras palavras, Elias sabia que a Palavra de Deus é poderosa para transformar o mundo.

Será que acreditamos naquilo que as Escrituras têm a dizer ao mundo atual? Podemos transformar este mundo, se o poder de Deus fluir através de nós.
Mas, é preciso ter convicção.

SEM CONVICÇÃO NÃO HÁ TRANSFORMAÇÃO


Conclusão
Elias mudou o rumo da história, pois tinha convicção.

Tinha convicção da realidade de Deus;
Que era um representante de Deus;
Que o poder de Deus estava à sua disposição.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Movimento Unicista

Esse movimento unicista começou com um Teólogo por nome Sabélio. A sua fama iniciou-se quando foi para Roma, tornando-se líder daqueles que aceitaram a doutrina do monarquianismo modalista. Foi excomungado pelo Papa Calixto I em 220d.C.
Sabélio opôs-se ao ensino ortodoxo da Trindade Essencial, defendendo a doutrina da Trindade Econômica. Deus, ele argüiu, teria uma substância indivisível, mas dividido em três atividades fundamentais, ou modos, manifestando-se sucessivamente como o Pai (criador e legislador), Filho (o redentor), e o Espírito Santo (o criador da vida, e a divina presença no homem). Efetivamente Sabélio negava "qualquer distinção entre os termos substância e hipóstase aplicáveis às três pessoas na trindade, de tal modo que, entre elas, não existiria nenhuma diferença, uma vez que são perfeitamente iguais. Para os Sabelianos, o Pai, o Filho e o Espírito Santo compartilham, sim, da mesma e única substância (nos termos da homoioúsios – semelhante na substância) e também da mesma e única hipóstase, mas se constituem numa mesma e única "pessoa" , ou seja, num indivíduo indistinto, manifestando-se, porém, em formas ou figuras distintas, segundo as necessidades…" Há muitos cristãos evangélicos que consideram o movimento Pentecostal Unicista (também conhecido como "Só Jesus") como um movimento cristão evangélico. A realidade é que este movimento está muito longe de ser considerado como cristão; está mais para uma seita. Uma das definições teológicas de seita é: Qualquer grupo que se desvia das doutrinas fundamentais do cristianismo, como a Trindade, a divindade de Jesus Cristo e a salvação pela graça, através da fé em Jesus Cristo somente. É importante utilisarmos a Bíblia para refutar as heresias, e nesse caso existem subsídios de sobra para defender a doutrina da Trindade.

Vamos fazer uma análise usando a verdade de Deus e não dos homens:
 

QUE DIZ A BÍBLIA ACERCA DE JESUS E O PAI?

Jesus é referido como "Filho" mais de 200 vezes no Novo Testamento e nunca é chamado de "Pai".

Jesus referiu-se ao Pai mais de 200 vezes como alguém distinto dele.

Em mais de 50 versículos podemos observar o Pai e a Jesus, o Filho, lado a lado.

No Novo Testamento repetidamente encontramos expressões como estas:

Romanos 15:5-6 — "O Deus que concede perseverança e ânimo lhes dê um espírito de unidade, segundo Cristo Jesus, para que com um só coração e uma só boca vocês glorifiquem ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo".

2ª Coríntios 1:3 — "Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai das misericórdias e Deus de toda consolação..."

Filipenses 2:10-11 — "...Para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, no céu, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai".

1ª João 1:3b — "Nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo".

1ª João 2:1 — "Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo".

2ª João 3 — Graça, misericórdia e paz da parte de Deus Pai e de Jesus Cristo, o Filho do Pai, estarão conosco em verdade e amor".

No Evangelho de João, Jesus refere-se a si mesmo como enviado pelo Pai, mas nunca referiu-se a si mesmo como o Pai que enviou ao Filho.

O Pai enviou a alguém separado dele, chamado Filho.

1ª João 4:9-10,14 — "Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação por nossos pecados. (...) E vimos e testemunhamos que o Pai enviou seu Filho para ser o Salvador do mundo".

É JESUS O ESPÍRITO SANTO?

Versículos que os Unicistas usam para provar que Jesus é o Espírito Santo.

2ª Coríntios 3:17 — "Ora, o Senhor é o Espírito e, onde está o Espírito do Senhor, ali há liberdade".

O texto não diz que "Jesus é o Espírito". Se a passagem dissesse isto, talvez os Unicistas tivessem um ponto forte, mas como não diz isto, eles assumem que a palavra "Senhor" se refere a Jesus Cristo.

O "Espírito" aqui é chamado de Senhor no sentido de identificá-lo com Javé (Jeová) ou Deus, e NÃO com Jesus, já que o versículo 16 diz: "Mas quando alguém se converte ao Senhor, o véu é retirado". Trata-se de uma referência a Êxodo 34:34: "Porém, vindo Moisés perante o SENHOR [Javé] para falar-lhe, removia o véu até sair; e, saindo, dizia aos filhos de Israel tudo o que lhe tinha sido ordenado".

O contexto sempre é que determina a quem se está referindo quando a palavra "Senhor" é usada. No versículo 17 a palavra "Senhor" está referindo-se a Javé e não a Jesus, já que o versículo 16 e todo o contexto assim demonstra.

Se os Unicistas estivessem sempre corretos ao interpretar "Senhor" como "Jesus", como ficaria Filipenses 2:11? O texto diz: "E toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai". Seguindo a linha de raciocínio dos Unicistas, teríamos de concluir erroneamente que: "E toda língua confesse que Jesus Cristo é o Jesus...". Isto não é o que este versículo está dizendo, mas o que está ensinando é que: "E toda língua confesse que Jesus Cristo é Deus. Porém, não Deus, o Pai, porque no mesmo versículo diz que isso será feito "para a glória de Deus Pai".

Romanos 8:9 — "Entretanto, vocês não estão sob o domínio da carne, mas do Espírito, se de fato o Espírito de Deus habita em vocês. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo".

Este versículo NÃO mostra que Jesus é o Espírito Santo. A única coisa que está dizendo é que se alguém não tem o Espírito que produz fé em Cristo e demonstra o caráter de Cristo ou seja "o Espírito de Cristo", ele não é parte do corpo daquele que morreu por nossos pecados. Ele é todavia controlado pela "natureza pecaminosa".

O versículo 11 faz distinção bem clara entre o Pai que levantou a Jesus dos mortos, o Espírito pelo qual Jesus foi levantado e Jesus, quem foi levantado. Não se pode ignorar a distinção de pessoas apresentada neste versículo.


QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE JESUS E O ESPÍRITO SANTO?

Mateus 12:31-32 — O texto fala da blasfêmia contra o Espírito Santo. A conclusão lógica que é extraída deste texto é que se a blasfêmia contra o Espírito Santo não vai ser perdoada, mas a blasfêmia contra o Filho vai ser perdoada, então o Filho NÃO é o Espírito Santo.

João 14:16 — O Espírito Santo é o "outro Consolador".

João 15:26 — Jesus enviou o Espírito Santo.

João 16:13 — O Espírito Santo demonstra humildade e busca glorificar a Jesus.

Depois de termos visto que Jesus não é o Pai nem tampouco o Espírito Santo, podemos nos dar conta de que os Unicistas têm um conceito equivocado da verdadeira natureza de Deus.

Se Jesus não é o Pai, mas é Deus, e o Pai não é Jesus e é Deus, e o Espírito Santo não é Jesus e é Deus e a Bíblia diz que somente há um Deus, então isto significa que dentro da unidade do único Deus existem três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; e estas três compartilham a mesma natureza e atributos; então, com efeito, estas três são o único Deus.

Uma coisa é dizer "Eu não entendo a doutrina da Trindade" e outra coisa é dizer que "a doutrina da Trindade é falsa", "pagã", "diabólica", "antibíblica". A Bíblia faz uma advertência muito forte para esta classe de pessoas quando nos diz: "...Este é o anticristo: aquele que nega o Pai e o Filho. Todo o que nega o Filho também não tem o Pai; quem confessa publicamente o Filho tem também o Pai" (1ª Jo 2:22b-23).

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Apologia a fé pequena


Nesses longos anos de vida cristã, já ouvi inúmeras vezes pregadores e ensinadores fazerem apologia a fé pequena. O texto que se baseiam é sobre a recomendação de Jesus sobre a fé como um grão de mostarda. Então, os discípulos, aproximando-se de Jesus em particular, disseram: Porque não pudemos nós expulsá-lo? E Jesus lhes disse: Por causa da vossa pequena fé; porque em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá-e há de passar; e nada vos será impossível.Mas esta casta {de demônios} não se expulsa senão pela oração e pelo jejum, (Mt 17.19-21).

Muitos interpretam que Jesus estava falando que se a pessoa tiver a fé do tamanho do grão de mostarda já é suficiente para fazer grandes obras! Será que Jesus estava fazendo apologia a fé pequena? Em todas as passagens que Jesus fala sobre a fé, ele segui uma linha bem diferente do texto sobreposto.


Analisando os textos:

E ele disse: Vem. E Pedro, descendo do barco, andou sobre as águas para ir ter com Jesus.Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor, salva-me.E logo Jesus, estendendo a mão, segurou-o e disse-lhe: {Homem} de pequena fé, por que duvidaste? (Mt 14.29-31)


E eis que, no mar, se levantou {uma} tempestade tão grande, que o barco era coberto pelas ondas; ele, porém, estava dormindo.E os seus discípulos, aproximando-se, o despertaram, dizendo: Senhor, salva-nos, que perecemos.E ele disse-lhes: Por que temeis, {homens} de pequena fé? Então, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar, e seguiu-se uma grande bonança.(Mt 8.24-26)


E Jesus disse-lhes: Adverti e acautelai-vos do fermento dos fariseus e saduceus. E eles arrazoavam entre si, dizendo: É porque não nos fornecemos de pão.E Jesus, percebendo isso, disse: Por que arrazoais entre vós, {homens} de pequena fé, sobre o não vos terdes fornecido de pão? (Mt 16.6-8)

a) Pedro afunda nas águas por causa da fé pequena.
b) Os discípulos de Jesus estavam com medo da tempestade por causa da fé pequena
c) Os discípulos de Jesus estavam preocupados pela falta de prover pão por causa da fé pequena 

Nestes três textos que estamos analisando, Jesus está advertindo sobre a fé pequena e chama atenção deles por estar inquietos e incrédulos. Será que Jesus mudaria de opnião de maneira tão repentina?


Jesus usa o grão de mostarda para falar da qualidade e característica da semente, não do tamanho!! De outro modo seria uma incoerência afirmar que temos que ter a fé do tamanho de um grão de mostarda, uma vez que Jesus sempre repreendeu todos quantos a tinha. Mas, e a respeito do texto do grão de mostarda? Essa pergunta tem resposta, e posso responder de duas maneiras:


1- A palavra como no texto grego é ώς-partícula de comparativa como, assim como.Jesus estava dizendo que nossa fé deve ser como o grão de mostarda e não do tamanho do grão de mostarda. Ele esta falando da essência do grão.

2- Os discípulos de Jesus não conseguiram expulsar os demônios e perguntaram para Jesus o porque nao haviam conseguido. Jesus responde: Por causa da vossa pequena fé. Ora, se eles não conseguiram expulsar os demônios por causa da pequena fé, como Jesus iria recomendar fé do tamanho de um grão de mostarda? É obvio que aqui estamos tratando de um erro de interpretação do contexto.

Poderíamos citar outro texto bíblico para dar mais sustentação a esta dissertação.


E dizia: A que assemelharemos o Reino de Deus? Ou com que parábola o representaremos? É como um grão de mostarda, que, quando se semeia na terra, é a menor de todas as sementes que há na terra; mas, tendo sido semeado, cresce, e faz-se a maior de todas as hortaliças, e cria grandes ramos, de tal maneira que as aves do céu podem aninhar-se debaixo da sua sombra. (Mc 4.30-32).

A fé que Jesus fala não era pequena, mas a comparação estava no que o grão de mostarda se transforma após ser semeado. A fé nasce em nossos corações, cresce e fica grande a ponto de abençoarmos outras pessoas que se abrigarão embaixo de nossa sombra!!! Que Deus nos ajude a possuir essa fé revolucionária, que vence qualquer obstáculo, Amém!!!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Possuiam todos os dons?

Ao lermos a carta de Paulo aos coríntios, logo no primeiro capítulo observamos a preocupação do apóstolo concernente aos dons espirituais. De maneira que nenhum dom vos falta, esperando a manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo, (1Co 1.7).

Tavez você esteja pensando, não era uma preocupação e sim uma afirmação que nenhum dom faltava na Igreja de Corinto. Creio que como eu, você tenha ouvido diversas vezes pregações eloquentes acerca desse assunto. Estudos bíblicos falando que a igreja de Corinto possuia todos os dons, mas em compensação era uma igreja desordenada. Existe um principio em hermenêutica que diz: A Bíblia interpreta a Bíblia. Vejamos algumas coisas que Paulo disse aos irmãos de Corinto:

a)Acerca dos {dons} espirituais,não quero, irmãos, que sejais ignorantes,(1 Co 12.1)

b)Segui a caridade e procurai com zelo os {dons} espirituais, mas principalmente o de profetizar,(1 Co 14.1).

No primeiro tópico, Paulo esta demonstrando sua preocupação com a igreja de Corinto acerca dos dons espirituais. Porque ele não queria que eles continuassem ignorantes no assunto. Ora se a igreja de Corinto possuia todos os dons, porque então o apóstolo estaria preocupado acerca da ignorância deles sobre o assunto?

No segundo tópico, Paulo recomenda os irmãos de Corinto a seguir a caridade(amor)e procurar com zelo os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar. Ora se eles possuiam todos os dons, como Paulo pede para eles procurarem os dons?

Essas perguntas tem respostas, porque a Bíblia é algo fantástico que Deus deixou para a humanidade como fonte de conhecimento!

Nesse caso em que estamos analisando, uma letra faz com que nossa mente que esta treinada com a lingua portuguesa, pense logo que a igreja de Corinto possuia todos os dons. A palavra do texto que lemos esta assim: que nem um dom vos "falta". Se eu substituir a palavra falta por falte mudaria todo o sentido do texto, e com isso estaria sendo coerente com as demais recomendações de Paulo a igreja de Corinto acerca dos dons espirituais. Você pode estar perguntando, mas Pr Marcos Mota, então eles não tinham todos os dons espirituais? Eu digo que não. Porque o texto grego quando usa o verbo faltar é ύστερέω(risteréo, forma de pronunciar) fala de algo que nós não temos.

Apesar que no texto grego "ύστερέω" está na forma infinitivo do presente médio como "ύστερεισθαι". Agora que já fizemos a interpretação podemos entender as recomendações e preocupações do apóstolo Paulo com a igreja de Corinto acerca dos dons espirituais. Era a igreja mais problemática do ministério de Paulo. Mas com a operação dos dons espirituais na igreja as pessoas voltariam mais para o espiritual e esqueceria as coisas carnais, porisso Paulo insistia com eles para se apegarem aos dons espirituais, Amém!

Jesus suou gotas de sangue?

Esta pergunta poderia ser uma afirmação por várias razões:

1- Porque a maioria das Bíblias afirmam isso: E, posto em agonia, orava mais intensamente. E o seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue que corriam até ao chão.(Lc 22.44)

2- Porque todas as mensagens que ouvimos acerca do fato, afirmam que Jesus suou grandes gostas de sangue.

3- Porque muitos falam que Jesus teve uma hematidrose. O que é uma hematidrose? A Hematidrose é um fenômeno raríssimo, apenas uma fraqueza física excepcional onde o corpo inteiro dói, acompanhada de um abatimento moral violento, causada por uma profunda emoção, por um grande medo. Apenas um ato destes pode causar o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas onde o suor anexa-se ao sangue formando a hematidrose.

A hematidrose pode ser mais entendida como uma transpiração de sangue acompanhada de suor,Hematidrose (hêmato+hidrose).

Por todas essas razões você poderia dizer: Então não é uma pergunta é uma afirmação.
É exatamente assim que gosto que você pense, porque é o pensamento de quase todos, e não esta errado pensar assim, haja visto que sempre lemos, e aprendemos desta maneira.

Quando quiz estudar o grego foi para entender a etimologia das palavras e ter um esclarecimento de todos os textos que eu poderia estar estudando. E foi exatamente quando um dia me deparei com um texto em uma apostila que eu iria lecionar para um curso médio de teologia que me chamou atenção. Porque o texto dizia que Jesus suou grande gotas como que de sangue.

Imediatamente recorri ao texto grego e vi que essa palavra "como" estava no texto em grego. Tive um professor que sempre dizia: Quem lê o grego come da raiz da árvore, mas quem não lê, come da copa da árvore. Isso não é desmerecer o texto em português, pelo contrário, sou grato a Deus por ter servos capacitadíssimos como João Ferreira de Almeida e outros que fazem parte de comissões de interpretação da Bíblia. Como quero colaborar com todos que visitam meu blog, gostaria de deixar a palavra que muda todo o sentido do texto; ώσεί—1. partícula denotando comparação, como, semelhantemente, algo como.

É o mesmo caso da visão de João na Ilha de Patmos. Os pés de Jesus não era latão reluzente, mas como. Se formos fiéis ao texto que não é o original, mas cópia dele, poderíamos afirmar que Jesus suou grandes gotas como que de sangue. Esta é a maneira exata de interpretar o texto. Mas deixo uma recomendação aos pregadores e ensinadores. Não criem dissenções em suas igrejas por esse texto, mesmo porque isso não muda muita coisa, é só mais um detalhe das Escrituras Sagradas, Amém!!!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Você conhece o mormonismo?

Introdução: Embora os Mórmons sejam um povo aparentemente simpático e tenham um programa de beneficência social igual aos melhores do mundo, o mormonismo é uma das piores seitas falsas de que se tem conhecimento. São verdadeiros lobos vestidos de cordeiros. Os missionários dos Mórmons são bem treinados em seus métodos, e quem é crente só de nome é presa fácil para seus argumentos. Entretanto, uma pessoa que realmente nasceu de novo não cairá em suas presas doutrinárias, porque sua regra de fé e prática é a Bíblia sagrada.

Breve Histórico do Mormonismo: O "profeta" dos Mórmons, Joseph Smith Júnior, nasceu em 23 de dezembro de l805 em Sharon, Estado de Vermont. Foi criado na pobreza e superstição. Em 1820, aos quinze anos, já residentes em Palmira, estado de Nova Iorque, participou de um grande movimento evangelístico na região, e ao orar num bosque (segundo ele), perguntando a Deus qual Igreja devia pertencer, apareceram-lhe dois anjos resplandecentes e lhe disseram que todas as igrejas estavam desviadas; e que ele não se unisse a nenhuma. O evangelho de Cristo em breve seria restaurado. Veja Gl 1.8,9.

a) A Segunda visão de Smith: Segundo o relato do próprio Smith, apareceu-lhe o "anjo" Moroni, que, segundo fez crer, havia vivido naquela mesma região há uns 1400 anos. Ainda conforme o relato de Smith, Mórmon, o pai de Moroni, um profeta, havia gravado a história do seu povo em placas de ouro. Quando estavam a ponto de serem exterminados por seus inimigos, Moroni teria essas placas ao pé de um monte próximo do local onde hoje é Palmyra. Nessa visão, Moroni teria indicado a Joseph Smith o lugar onde as placas teriam sido escondidas, e lhe emprestou umas pedras especiais, um certo tipo de lentes, chamadas, "Urim e Tumim", com as quais Joseph Smith poderia decifrar e traduzir os dizeres dessas placas.

b) Fundação da Igreja Mormon: Joseph Smith encontrou quem o aceitasse como profeta e fundou uma Igreja com seis membros. Esta, no conceito dele era a única igreja verdadeira. Somente nela se conseguiria a salvação da alma. Os crentes deviam edificar uma teocracia, isto é, teriam seu próprio governo civil sob a direção. Smith, o profeta, seria o presidente. Teria a ajuda de doze apóstolos. Os que não recebiam a mensagem eram chamados de "gentios". Uma série de "revelações" de Jeseph Smith foi desenvolvendo a doutrina da Igreja e transformado-a em um politeísmo, conf. Doutrinas e Convênios.(Livro da seita).

c) Perseguição à Igreja Mormom e seus Motivos: Devido à doutrina da poligamia, Smith e seus seguidores sofreram várias perseguições, razão pela qual eram levados a peregrinar de um a outro ponto da América, procurando onde estabelecer uma colônia e fundar o reino de Deus. Encontraram acolhida em Illinois, onde erigiram a cidade de Nauvoo. Aí acusado de grosseira imoralidade falsificação, Smith foi preso, e uma turba enfurecida invadiu a cadeia e, a tiros, matou Smith e a seu irmão Hyrum. Veja (2 Co 4.4).



As doutrinas do Mormonismo

Primeiramente é bom destacar que o Mormonismo não é um grupo doutrinário que esteja dentro do corpo cristão. Esta igreja prega um Deus diferente, um Jesus diferente, e um céu e inferno diferente. Ela ataca a integridade da Bíblia, e proclama um outro evangelho. Suas doutrinas "eternas" ou "evangelho" e plano de salvação são dirigidos pelo deus desta terra através de um profeta, "vidente e revelador" onde os membros devem demonstrar obediência total, se quiserem ganhar a vida eterna.

a) Doutrina Sobre a Bíblia: Os Mormons dizem crer na Bíblia até onde ela se haja conservado com a tradução correta. Afirmam que a "Igreja apóstata" tem corrompido gravemente, tirando muitas partes e acrescentando outras. Publicaram sua própria versão da Bíblia. A confrontação da Bíblia atual com manuscritos antigos faz ver que Deus admiravelmente tem conservado sua Palavra livre de tais alterações e corrupções. Os Mormons dizem também que os profetas vivos valem mais que todas as Bíblias. Veja Ap 22.18,19; Pv 30.5,6.

b) Doutrina sobre Deus: O Mormonismo ensina que há muitos deuses. Os livros sagrados desta Igreja se contradizem com respeito a esta doutrina. No princípio ensinavam que havia um só Deus, seguindo a doutrina unitária que havia um só Deus, seguindo a doutrina unitária que se encontra no livro de Mórmon, e na tradução que Jeseph Smith fez da Bíblia. Mais tarde a igreja ensinava que havia três deuses, negando a unidade do Pai, do Filho e do Espírito. Depois seus ensinos se converteram num politeísmo radical no qual todos os fiéis chegam a ser deuses. Contra o politeísmo veja Ex 20.1-3; Dt 6.4;4.33,34,35,39; 1 Rs 8.60; Is 45.5,6,12,21,11; Joel 2.27 etc.

c) Doutrina Sobre Jesus Cristo: Dizem que Jesus Cristo foi o Filho de Deus-Adão e Maria. Não foi gerado pelo Espírito Santo, mas por geração natural. Chegam ao absurdo de dizer que Jesus teve várias esposas, entre elas Marta e Maria, as irmãs de Lázaro, e Maria Madalena. Foi desta maneira que pôde "ver sua linhagem" antes de sua crucificação. As bodas de Caná, segundo eles, eram do próprio Jesus e que Joseph Smith foi um de seus descendentes, a linhagem prometida. Para quem conhece a Bíblia não terá dificuldades para refutar esses absurdos heréticos. Veja Mt 1.18-23; Lc 1.26-35. Em relação às bodas de Caná é ler o texto para constatar que Jesus foi apenas convidado para o casamento.


Doutrinas sobre o pecado e a salvação

Ensinam que Adão teve de desobedecer a um dos mandamentos de Jeová para poder cumprir outro mais importante, o de povoar a terra. Pela desobediência de Eva ela foi condenada à mortalidade. Para poder retê-la como esposa e povoar a terra, ele também teria de fazer-se mortal. Sabiamente desobedeceu também para que a raça humana pudesse nascer. Refutação: A bíblia não atribui nenhuma sabedoria à escolha de Adão, pelo contrário desobedeceu a consciente conf. 1 Tm 214; Rm 5.12-19.

a) A Expiação: O Mormonismo ensina que Jesus Cristo expiou somente o pecado de seu Pai, Deus-Adão, Isto fez possível a libertação da humanidade dos efeitos da queda, porém não era para remir o homem dos pecados individuais. Refutação: Se a pessoa negar a divindade de Cristo, nega também, logicamente, a doutrina cristã da expiação. A Bíblia ensina que Jesus Cristo levou o nosso pecado, e não somente os de Adão (1 Jo 2.2; 3.5; 4.10; Is 53.4-6,12;Jo 1.29;1 Co 15.3; Gl 1.4;Hb 1.3;1 Pe 2.24).

b) Batismo pelos mortos: Ensinam que aqueles que morrem sem ter sido batizados na Igreja dos Mórmons, terão oportunidade de ouvir a pregação da verdade no mundo dos espíritos, Muitos crerão, mas não terão ali oportunidade de se batizar para serem salvos. Portanto, os fiéis que ainda vivem, devem batizar-se em lugar de cada defunto cuja conversão deseja. Para essa doutrina citam 1 Pe 3.18-20 e 1 Co 15.29. Refutação: As Escrituras ensinam que hoje é o dia da salvação e que não há outra oportunidade depois da morte. Veja 2 Co 6.2; Hb 927; Mc 16.15,16 etc.

c) A Teocracia: Os Mormons ensinam que o sacerdócio de sua Igreja é o governo de Deus na terra. Os que rejeitam serão condenados. Refutação: Já vimos que a salvação depende da fé em Cristo, não de ser membro de uma Igreja (At 16.31; Ef 2.8). Os cristãos através dos séculos têm chegado a ser membros do reino de Deus, ao receberem o Rei em seus corações e fazê-lo Senhor de sua vida (Rm 14.17).


Refutações Bíblicas

O árbitro maior da fé cristã é, não a teologia seca e morta, nem as alegadas "visões" de homens, sejam, eles quem forem, mas a Bíblia sagrada. E é à luz dos seus ensinos que as crenças do mormonismo são refutadas. A regra de fé e prática do cristianismo sempre foi a Bíblia sagrada.

a) Sobre a Bíblia e Deus. A Bíblia sagrada fala de si mesma como: O Livro dos séculos (Sl 119.89; 1 Pe 1.25); Divinamente inspirada (Jr 36.2; 2 Tm 3.16; 2 Pe 1.21); poderosa em sua influência (Jr 5.14; Rm 1.16; Ef 6.17; Hb 4.12). Absolutamente digna de confiança ( 1 Rs 8. 56; Mt 5.18; Lc 21.33); pura (Sl 19.8; verdadeira (Sl 119.142) etc. Sobre Deus: Deus e Adão são pessoas distintas. Deus é o criador(Gn 1.26), enquanto que Adão é criatura de Deus( Gn 1.27). Deus não é homem (Nm 23.19). Deus é Espírito (Jo 4.24) etc.

b) Sobre Jesus Cristo e sobre a Igreja: Jesus Cristo foi gerado por obra e graça do Espírito Santo ( Lc 1.35). Dizer que Jesus era casado, e que as Bodas de Caná da Galiléia foi a festa do seu próprio casamento, demonstra ignorância quanto à exegese de João 2.2. Muito mais que isto, constitui-se num abominável ultraje à pessoa do Salvador Jesus Cristo. A Igreja foi estabelecida por Jesus (Mt 16.18). Está fundamentada em Jesus (Mt 16..16,18), é vitoriosa sobre o inferno pelo poder de Jesus (Mt 16.18).

c) Batismo pelos mortos, Matrimônio e o castigo eterno: Não há nenhuma referência na Bíblia, nem na história eclesiástica quanto ao batismo pelos mortos como uma prática da Igreja. Pelo contrário, em 1 Co 15.29,30 Paulo faz uma represália. Matrimônio: Segundo a Bíblia, os ressuscitados serão como os anjos, não se casam nem se dão em casamento (Mt 22.30). Sobre o castigo eterno: Ver 1 Jo 2.17; Mt 25.46; Jo 6 51 etc. Ap 2.15.


Conclusão: "Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo'" (1 Jo 4.1). Na história do mormonismo se vê o perigo de seguir personalidade em vez de aderir-se à doutrina sadia. Tal como a popularidade de Jeseph Smith cegou seus seguidores para suas faltas e falsidade de sua mensagem, surgem problemas similares ainda hoje. Existem muitos falsos doutrinadores com muita popularidade em nossos dias.

O ladrão da cruz

"E também eram levados outros dois, que eram malfeitores, para serem executados com ele. Quando chegou ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem como aos malfeitores, um à direita, outro à esquerda", Lc 23.32-33.

O Senhor Jesus tinha predito que, com relação à Sua execução, toda a Escritura teria de se cumprir, inclusive a passagem que diz que Ele seria contado com os malfeitores (Lc 22.37). Ele referia-se a Isaías 53.12, onde está escrito: "Por isso, eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os poderosos repartirá ele o despojo, porquanto derramou a sua alma na morte; foi contado com os transgressores; contudo, levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu".

Aproximadamente 700 anos depois, a profecia cumpriu-se literalmente quando o Senhor Jesus foi crucificado no meio de dois malfeitores. O Evangelho de Marcos também relata que: "com ele crucificaram dois ladrões, um à sua direita, e outro à sua esquerda. E cumpriu-se a Escritura que diz: Com malfeitores foi contado", Mc 15.27-28.

Mateus 27.44 diz que os dois malfeitores zombaram do Senhor Jesus juntamente com as pessoas que passavam por eles, com os soldados, sumos sacerdotes e anciãos: "E os mesmos impropérios lhe diziam também os ladrões que haviam sido crucificados com ele", Mt 27.44.

Mas um desses malfeitores apercebeu-se do engano que estava cometendo e mudou sua atitude em relação a Jesus. Ambos haviam presenciado a oração de Jesus por aqueles que o pregavam na cruz: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, lançaram sortes", Lc 23.34.

Eles também viram Jesus, em meio à dor insuportável que estava sofrendo, preocupado com Sua mãe e com Seu discípulo João (Jo 19.25-27). Além disso, foram testemunhas da relação profunda entre Jesus e Seu Pai, e como o Senhor Jesus orava sem que uma maldição, reclamação ou uma palavra sequer de amargura passasse pelos Seus lábios. Eles viram-no igualmente pregado na cruz como um cordeiro, totalmente submisso, suportando com paciência todo o desprezo e a zombaria do povo. Mas um deles se convenceu que Jesus tinha de ser mais do que diziam que Ele era. Seria verdade o que haviam escrito como acusação na cruz, acima de Sua cabeça: "Jesus de Nazaré, rei dos judeus"? Esse malfeitor reconheceu repentinamente sete coisas significativas a respeito de Jesus:

1. Que Jesus era sem pecado, absolutamente inocente, mas que estava dependurado na cruz como se fosse um amaldiçoado (Lc 23.40-41).
2. Que eles estavam errados zombando de Jesus, principalmente seu colega de infortúnio (v. 40).
3. Ele próprio foi repentinamente tomado pelo temor de Deus (v. 40).
4. Na presença de Jesus ele percebeu que era pecador (v. 41).
5. Ele se arrependeu, pois sabia que Jesus entraria em Seu reino, reconheceu e confessou que só através dEle teria entrada no céu (v. 42).
6. Com essa oração ele também confessou que Jesus é o Senhor: "...quando vieres no teu reino" (v. 42).
7. Ele demonstrou uma fé profunda e admirável (v. 42).

A clara e imediata resposta de Jesus não se fez esperar: "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso" Lc 23.43 (veja também 2 Co 12.4; Ap 2.7). Nesse momento podemos nos perguntar: que chances Deus dá a um malfeitor, a um ladrão, a um homicida? A resposta é: todas! – O perdido só precisa vir a Jesus e clamar pelo seu nome com coração arrependido. Mas não devemos esquecer que o Deus Todo-Poderoso considera todas as pessoas como malfeitoras: "justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos e sobre todos os que crêem; porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" Rm 3.22-23

Vemos que essa passagem fala de "todos", sem exceção. Somos todos pecadores, todos carecemos da glória de Deus. Isso significa que não temos nada de bom para apresentar a Ele. Mas também está escrito que a justiça de Jesus é concedida a todos os que crêem nele.
Os malfeitores na cruz eram ambos pecadores. Um, porém, agarrou a primeira oportunidade e voltou-se para Jesus; o outro perdeu sua última oportunidade. Os dois estavam igualmente próximos de Jesus, mas um espaço infinito separava um do outro. O abismo entre os dois está personificado na palavra "graça". Um continuou com sua zombaria e manteve seu orgulho, permanecendo em seu pecado; o outro, porém, orou: "Jesus, lembra-te de mim..." e experimentou toda a graça do perdão. Por toda uma vida ele havia roubado, matado e cometido pecados – mas o arrependimento sincero e profundo, expresso em uma única frase, abriu-lhe as portas para o paraíso divino. Isso é graça! Um estava no limiar do inferno e entrou no paraíso, o outro estava muito próximo do paraíso e foi para o inferno. Em Jesus decide-se o futuro e a eternidade das nossas vidas. Um morreu profundamente amargurado, com o coração tomado de incerteza, o outro morreu na paz da certeza de entrar no reino de Jesus. Jamais alguém esteve tão próximo da salvação como esses dois malfeitores crucificados ao lado de Jesus. Eles viram com seus próprios olhos a Jesus pregado na cruz como o Cordeiro de Deus no altar do sacrifício. Isso era tão claro e óbvio que até o centurião exclamou mais tarde ao pé da cruz:

"Verdadeiramente, este era o Filho de Deus" Mc 15.39. Amém!!!