segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Natal - História, Tradição e Essência



Natal - Palavra originária do latim "natalis" que significa nascimento ou dia de aniversário, do nascimento. Para o mundo cristão, é o dia do nascimento de Cristo. É o feriado mais importante da cristandade. Não existe nenhuma informação na Bíblia sobre a data do nascimento de Jesus. Mesmo em fontes históricas insuspeitas, não há elementos suficientes para que se possa fixar o dia e o mês do nascimento de Cristo.
JOHN DAVIS declarou que a data de 25 de dezembro para o nascimento de Cristo começou no Séc. IV, sem autoridade que a justificasse. Alguns estudiosos da Palestina são unânimes em afirmar que o nascimento de Cristo não podia ter sido em 25 de dezembro, pelo fato dos pastores estarem pernoitando no campo com seus rebanhos.O fato de se agasalharem os pastores com o seu rebanho ao ar livre da primavera ao outono, e não no inverno, sugere que Jesus não podia nascer nesta estação fria. Ainda que o dia exato seja por nós ignorado, a realidade do seu nascimento é um fato histórico de profunda significação para nós. Não importa a data, importa apenas que Ele se fez carne e habitou entre nós. Por quê, então, esta data foi escolhida para a comemoração do natal? Em 354 d.C, nas igrejas ocidentais, incluindo a de Roma, celebrava-se o natal em 25 de dezembro, era uma data erroneamente dada como o solstício do inverno, em que os dias começam a aumentar, data da festa central do mitraísmo, o "natalis invieti solis" ou "aniversário do sol invencível". Ao se afastar de Deus, o homem cria os seus próprios cultos, e destes, o que mais se destacou entre os pagãos, foi o culto ao deus do sol, por ser a fonte suprema de energia e o causador da fecundidade. Os nomes históricos revelam esta idolatria ao sol. Por exemplo: Faraó significa "Sol", Belsazar = Príncipe de Bel. Sol; Nabucodonosor = o sol protege minha coroa. Porisso os cristãos da época associaram Cristo como o "Sol da Justiça", a "Luz do mundo", para que fosse lembrado o seu nascimento no dia do culto pagão ao deus sol. Porisso foi escolhido a data de 25 de dezembro para o Natal. Não celebrar o natal apenas pelo fato de ter-se originado com os povos pagãos não é um argumento muito convincente. Veja bem, os pagãos contribuíram grandemente para que surgisse a escrita. Se avaliarmos por este prisma, então teríamos de admitir que não deveríamos também escrever. Jamais devemos nos esquecer que a essência da religião é servir.Comemorar o natal é uma grande oportunidade de colocarmos em prática um pouco mais a essência da religião de Cristo: ajudar aos necessitados e levar-lhes o evangelho.

O Papai Noel : origem e tradição

Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas. Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele. A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.

Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom. Porém, em 1881, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o bom velhinho com uma roupa, também de inverno, nas cores vermelha e branca (as cores do refrigerante) e com um gorro vermelho com pompom branco. A campanha publicitária fez um grande sucesso e a nova imagem do Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo. Obviamente que o Papai Noel não representa o verdadeiro Natal!

A Essência do Natal - Quatro verdades cristãs sobre o Natal

1- Comemoramos o nascimento de Cristo todos os dias do ano! Sim, esta é a mensagem do Evangelho: E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade... (João 1:14). Não há um culto sequer, durante o ano, em que deixemos de louvar a Deus pela vinda de Jesus para ser o nosso Redentor.

2- Comemoramos o Natal com consciência de quem é Jesus e do que Ele fez por nós. Sabemos que Jesus é eterno, que no princípio Ele era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus (João 1:1). Compreendemos que o homem Jesus foi a encarnação do Filho de Deus, e que todas as coisas (o Universo) foram feitas por intermédio dele (Jesus), e sem ele nada do que foi feito se fez (João 1:3).

3- Entendemos que a vinda de Jesus ao mundo é prova do grandioso amor de Deus por nós. Comemorar o Natal é um privilégio quando lembramos que Deus amou o mundo (a nós) de tal maneira que deu Seu Filho... (João 3:16).

4- Ao louvarmos a Deus pelo Natal de Cristo, estamos também reconhecendo o que somos: mas a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus. (João 1:12).



Comemorem o Natal, sabendo que a essência do Natal é Jesus!

Feliz Natal a todos!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

SEM CONVICÇÃO NÃO HÁ TRANSFORMAÇÃO

I Reis 17.1

Então Elias, o tisbita, que habitava em Gileade, disse a Acabe: Vive o Senhor, Deus de Israel, em cuja presença estou, que nestes anos não haverá orvalho nem chuva, senão segundo a minha palavra.

É possível transformar uma situação? Uma pessoa? Uma nação?
Sim! Mas é preciso ter convicção.
SEM CONVICÇÃO NÃO HÁ TRANSFORMAÇÃO.

Segundo a descrição histórica de I Reis 16.30-33, a situação de Israel era terrível. O rei Acabe deu as costas a Deus e, deliberadamente, se opôs a ele. Dedicou-se à idolatria e a promoveu junto ao povo. Havia um número muito pequeno de fiéis, porém, estavam amedrontados e vivam escondidos numa caverna.

Os valores nacionais foram corrompidos. Houve um declínio moral incrível. A nação se afastou de Deus (não só rei e sua esposa, mas todos, do menor ao maior).

O profeta Elias foi o único que resistiu, que não entrou na onda da maioria. Ao contrário, ele colocou de lado o conforto e a conveniência para testemunhar em nome de Deus, mesmo colocando sua vida em risco.

E Elias conseguiu mudar o quadro. Ao final, os profetas de Baal foram derrotados; o rei Acabe foi deposto e sua malígna esposa Jezabel foi devorada por cães. A nação voltou-se mais uma vez para Jeová, o único Deus verdadeiro.

Se a convicção é condição essencial para a transformação, temos que perguntar: Quais eram as convicções de Elias?O que o tornava tão firme? Onde alguém poderia encontrar coragem para manter-se firme na fé naqueles dias escuros, quando uma nação inteira havia abandonado a verdade? Onde ele arranjaria forças para encarar um rei idólatra e avisar que seu castigo está próximo?

Encontraremos as respostas a estas perguntas, ao estudar a vida e o ministério de Elias. Examinaremos três princípios chaves de aplicação prática em nossos dias.

1. ELIAS TINHA CERTEZA DA REALIDADE DE DEUS - vs 1a.
"Tão certo como vive o Senhor...".

- Deus é vivo e o profeta não tinha dúvidas a esse respeito.

- Acabe e seus comparsas achavam que tinham acabado com o culto a Jeová. Mas cometeram um grave erro. Esqueceram-se de um único homem - Elias. E, para que Deus transforme qualquer situação, basta um único homem, um indivíduo completamente comprometido com Deus, imbuído daquela convicção, daquela certeza que só Deus pode pôr no coração dele.

- Um dos aspectos mais fascinantes do cristianismo é seu poder de transformar vidas.O mundo não se impressiona com o nosso discurso. É o caráter que conta. O que as pessoas querem mesmo ver é a realidade de Deus em nossas vidas.

- Existe na sua vida algo que não possa ser explicado pelo mundo natural? Alguma prova concreta da realidade de Deus em sua vida? Seus filhos podem ver isto? Seus pais? Vizinhos? Amigos? Inimigos?

Jó tinha esta convicção: Pois eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra (19.25).

O Apóstolo Paulo também: Por esta razão sofro também estas coisas, mas não me envergonho; porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia (II Timóteo 1.12).


2. ELIAS TINHA CERTEZA DE QUE ERA REPRESENTANTE DE DEUS - vs. 1b.
"Perante cuja face eu estou".

Deus usa pessoas comuns para alcançar propósitos divinos - é um milagre.

Entretanto, embora o mundo tenha sede de respostas, muitos crentes gaguejam. Enquanto o mundo estende os braços pedindo socorro, os crentes observam a tudo, imóveis ou dando de ombros.

Elias poderia ter feito isso também, no entanto disse: "Eu sirvo ao Deus de Israel".

Sabe como Deus reage às crises? Ele convoca seus servos ao serviço. Não apenas no púlpito, mas em todos os lugares (lares, empresas, escolas, etc.).

Deus não quer ativismo; quer que estejamos disponíveis sempre que Ele precisar. "Senhor, que desejas de mim hoje?". Nós somos os representantes de Deus na terra.

O Apóstolo Paulo declara em II Coríntios 5.20: De sorte que somos embaixadores por Cristo, como se Deus por nós vos exortasse. Rogamo-vos, pois, por Cristo que vos reconcilieis com Deus.

SEM CONVICÇÃO NÃO HÁ TRANSFORMAÇÃO



3. ELIAS TINHA CERTEZA DE QUE O PODER DE DEUS ESTAVA À SUA DISPOSIÇÃO - vs 1c.
"Nem orvalho nem chuva haverá nestes anos segunda minha palavra".

Como é que ele poderia ter tanta certeza disso? Elias era algum tipo de mago? Não. Lemos no livro de Tiago que: "Elias era homem semelhante a nós".

Seu segredo era orar e estudar as Escrituras. Assim, podia confiar que o Senhor faria aquilo que havia dito.

As palavras que ele disse podem ser encontradas em Deuteronômio 11.16-17: Guardai-vos para que o vosso coração não se engane, e vos desvieis, e sirvais a outros deuses, e os adoreis; e a ira do Senhor se acenda contra vós, e feche ele o céu, e não caia chuva, e a terra não dê o seu fruto, e cedo pereçais da boa terra que o Senhor vos dá.

Em outras palavras, Elias sabia que a Palavra de Deus é poderosa para transformar o mundo.

Será que acreditamos naquilo que as Escrituras têm a dizer ao mundo atual? Podemos transformar este mundo, se o poder de Deus fluir através de nós.
Mas, é preciso ter convicção.

SEM CONVICÇÃO NÃO HÁ TRANSFORMAÇÃO


Conclusão
Elias mudou o rumo da história, pois tinha convicção.

Tinha convicção da realidade de Deus;
Que era um representante de Deus;
Que o poder de Deus estava à sua disposição.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Movimento Unicista

Esse movimento unicista começou com um Teólogo por nome Sabélio. A sua fama iniciou-se quando foi para Roma, tornando-se líder daqueles que aceitaram a doutrina do monarquianismo modalista. Foi excomungado pelo Papa Calixto I em 220d.C.
Sabélio opôs-se ao ensino ortodoxo da Trindade Essencial, defendendo a doutrina da Trindade Econômica. Deus, ele argüiu, teria uma substância indivisível, mas dividido em três atividades fundamentais, ou modos, manifestando-se sucessivamente como o Pai (criador e legislador), Filho (o redentor), e o Espírito Santo (o criador da vida, e a divina presença no homem). Efetivamente Sabélio negava "qualquer distinção entre os termos substância e hipóstase aplicáveis às três pessoas na trindade, de tal modo que, entre elas, não existiria nenhuma diferença, uma vez que são perfeitamente iguais. Para os Sabelianos, o Pai, o Filho e o Espírito Santo compartilham, sim, da mesma e única substância (nos termos da homoioúsios – semelhante na substância) e também da mesma e única hipóstase, mas se constituem numa mesma e única "pessoa" , ou seja, num indivíduo indistinto, manifestando-se, porém, em formas ou figuras distintas, segundo as necessidades…" Há muitos cristãos evangélicos que consideram o movimento Pentecostal Unicista (também conhecido como "Só Jesus") como um movimento cristão evangélico. A realidade é que este movimento está muito longe de ser considerado como cristão; está mais para uma seita. Uma das definições teológicas de seita é: Qualquer grupo que se desvia das doutrinas fundamentais do cristianismo, como a Trindade, a divindade de Jesus Cristo e a salvação pela graça, através da fé em Jesus Cristo somente. É importante utilisarmos a Bíblia para refutar as heresias, e nesse caso existem subsídios de sobra para defender a doutrina da Trindade.

Vamos fazer uma análise usando a verdade de Deus e não dos homens:
 

QUE DIZ A BÍBLIA ACERCA DE JESUS E O PAI?

Jesus é referido como "Filho" mais de 200 vezes no Novo Testamento e nunca é chamado de "Pai".

Jesus referiu-se ao Pai mais de 200 vezes como alguém distinto dele.

Em mais de 50 versículos podemos observar o Pai e a Jesus, o Filho, lado a lado.

No Novo Testamento repetidamente encontramos expressões como estas:

Romanos 15:5-6 — "O Deus que concede perseverança e ânimo lhes dê um espírito de unidade, segundo Cristo Jesus, para que com um só coração e uma só boca vocês glorifiquem ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo".

2ª Coríntios 1:3 — "Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai das misericórdias e Deus de toda consolação..."

Filipenses 2:10-11 — "...Para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, no céu, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai".

1ª João 1:3b — "Nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo".

1ª João 2:1 — "Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo".

2ª João 3 — Graça, misericórdia e paz da parte de Deus Pai e de Jesus Cristo, o Filho do Pai, estarão conosco em verdade e amor".

No Evangelho de João, Jesus refere-se a si mesmo como enviado pelo Pai, mas nunca referiu-se a si mesmo como o Pai que enviou ao Filho.

O Pai enviou a alguém separado dele, chamado Filho.

1ª João 4:9-10,14 — "Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação por nossos pecados. (...) E vimos e testemunhamos que o Pai enviou seu Filho para ser o Salvador do mundo".

É JESUS O ESPÍRITO SANTO?

Versículos que os Unicistas usam para provar que Jesus é o Espírito Santo.

2ª Coríntios 3:17 — "Ora, o Senhor é o Espírito e, onde está o Espírito do Senhor, ali há liberdade".

O texto não diz que "Jesus é o Espírito". Se a passagem dissesse isto, talvez os Unicistas tivessem um ponto forte, mas como não diz isto, eles assumem que a palavra "Senhor" se refere a Jesus Cristo.

O "Espírito" aqui é chamado de Senhor no sentido de identificá-lo com Javé (Jeová) ou Deus, e NÃO com Jesus, já que o versículo 16 diz: "Mas quando alguém se converte ao Senhor, o véu é retirado". Trata-se de uma referência a Êxodo 34:34: "Porém, vindo Moisés perante o SENHOR [Javé] para falar-lhe, removia o véu até sair; e, saindo, dizia aos filhos de Israel tudo o que lhe tinha sido ordenado".

O contexto sempre é que determina a quem se está referindo quando a palavra "Senhor" é usada. No versículo 17 a palavra "Senhor" está referindo-se a Javé e não a Jesus, já que o versículo 16 e todo o contexto assim demonstra.

Se os Unicistas estivessem sempre corretos ao interpretar "Senhor" como "Jesus", como ficaria Filipenses 2:11? O texto diz: "E toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai". Seguindo a linha de raciocínio dos Unicistas, teríamos de concluir erroneamente que: "E toda língua confesse que Jesus Cristo é o Jesus...". Isto não é o que este versículo está dizendo, mas o que está ensinando é que: "E toda língua confesse que Jesus Cristo é Deus. Porém, não Deus, o Pai, porque no mesmo versículo diz que isso será feito "para a glória de Deus Pai".

Romanos 8:9 — "Entretanto, vocês não estão sob o domínio da carne, mas do Espírito, se de fato o Espírito de Deus habita em vocês. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo".

Este versículo NÃO mostra que Jesus é o Espírito Santo. A única coisa que está dizendo é que se alguém não tem o Espírito que produz fé em Cristo e demonstra o caráter de Cristo ou seja "o Espírito de Cristo", ele não é parte do corpo daquele que morreu por nossos pecados. Ele é todavia controlado pela "natureza pecaminosa".

O versículo 11 faz distinção bem clara entre o Pai que levantou a Jesus dos mortos, o Espírito pelo qual Jesus foi levantado e Jesus, quem foi levantado. Não se pode ignorar a distinção de pessoas apresentada neste versículo.


QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE JESUS E O ESPÍRITO SANTO?

Mateus 12:31-32 — O texto fala da blasfêmia contra o Espírito Santo. A conclusão lógica que é extraída deste texto é que se a blasfêmia contra o Espírito Santo não vai ser perdoada, mas a blasfêmia contra o Filho vai ser perdoada, então o Filho NÃO é o Espírito Santo.

João 14:16 — O Espírito Santo é o "outro Consolador".

João 15:26 — Jesus enviou o Espírito Santo.

João 16:13 — O Espírito Santo demonstra humildade e busca glorificar a Jesus.

Depois de termos visto que Jesus não é o Pai nem tampouco o Espírito Santo, podemos nos dar conta de que os Unicistas têm um conceito equivocado da verdadeira natureza de Deus.

Se Jesus não é o Pai, mas é Deus, e o Pai não é Jesus e é Deus, e o Espírito Santo não é Jesus e é Deus e a Bíblia diz que somente há um Deus, então isto significa que dentro da unidade do único Deus existem três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; e estas três compartilham a mesma natureza e atributos; então, com efeito, estas três são o único Deus.

Uma coisa é dizer "Eu não entendo a doutrina da Trindade" e outra coisa é dizer que "a doutrina da Trindade é falsa", "pagã", "diabólica", "antibíblica". A Bíblia faz uma advertência muito forte para esta classe de pessoas quando nos diz: "...Este é o anticristo: aquele que nega o Pai e o Filho. Todo o que nega o Filho também não tem o Pai; quem confessa publicamente o Filho tem também o Pai" (1ª Jo 2:22b-23).

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Apologia a fé pequena


Nesses longos anos de vida cristã, já ouvi inúmeras vezes pregadores e ensinadores fazerem apologia a fé pequena. O texto que se baseiam é sobre a recomendação de Jesus sobre a fé como um grão de mostarda. Então, os discípulos, aproximando-se de Jesus em particular, disseram: Porque não pudemos nós expulsá-lo? E Jesus lhes disse: Por causa da vossa pequena fé; porque em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá-e há de passar; e nada vos será impossível.Mas esta casta {de demônios} não se expulsa senão pela oração e pelo jejum, (Mt 17.19-21).

Muitos interpretam que Jesus estava falando que se a pessoa tiver a fé do tamanho do grão de mostarda já é suficiente para fazer grandes obras! Será que Jesus estava fazendo apologia a fé pequena? Em todas as passagens que Jesus fala sobre a fé, ele segui uma linha bem diferente do texto sobreposto.


Analisando os textos:

E ele disse: Vem. E Pedro, descendo do barco, andou sobre as águas para ir ter com Jesus.Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor, salva-me.E logo Jesus, estendendo a mão, segurou-o e disse-lhe: {Homem} de pequena fé, por que duvidaste? (Mt 14.29-31)


E eis que, no mar, se levantou {uma} tempestade tão grande, que o barco era coberto pelas ondas; ele, porém, estava dormindo.E os seus discípulos, aproximando-se, o despertaram, dizendo: Senhor, salva-nos, que perecemos.E ele disse-lhes: Por que temeis, {homens} de pequena fé? Então, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar, e seguiu-se uma grande bonança.(Mt 8.24-26)


E Jesus disse-lhes: Adverti e acautelai-vos do fermento dos fariseus e saduceus. E eles arrazoavam entre si, dizendo: É porque não nos fornecemos de pão.E Jesus, percebendo isso, disse: Por que arrazoais entre vós, {homens} de pequena fé, sobre o não vos terdes fornecido de pão? (Mt 16.6-8)

a) Pedro afunda nas águas por causa da fé pequena.
b) Os discípulos de Jesus estavam com medo da tempestade por causa da fé pequena
c) Os discípulos de Jesus estavam preocupados pela falta de prover pão por causa da fé pequena 

Nestes três textos que estamos analisando, Jesus está advertindo sobre a fé pequena e chama atenção deles por estar inquietos e incrédulos. Será que Jesus mudaria de opnião de maneira tão repentina?


Jesus usa o grão de mostarda para falar da qualidade e característica da semente, não do tamanho!! De outro modo seria uma incoerência afirmar que temos que ter a fé do tamanho de um grão de mostarda, uma vez que Jesus sempre repreendeu todos quantos a tinha. Mas, e a respeito do texto do grão de mostarda? Essa pergunta tem resposta, e posso responder de duas maneiras:


1- A palavra como no texto grego é ώς-partícula de comparativa como, assim como.Jesus estava dizendo que nossa fé deve ser como o grão de mostarda e não do tamanho do grão de mostarda. Ele esta falando da essência do grão.

2- Os discípulos de Jesus não conseguiram expulsar os demônios e perguntaram para Jesus o porque nao haviam conseguido. Jesus responde: Por causa da vossa pequena fé. Ora, se eles não conseguiram expulsar os demônios por causa da pequena fé, como Jesus iria recomendar fé do tamanho de um grão de mostarda? É obvio que aqui estamos tratando de um erro de interpretação do contexto.

Poderíamos citar outro texto bíblico para dar mais sustentação a esta dissertação.


E dizia: A que assemelharemos o Reino de Deus? Ou com que parábola o representaremos? É como um grão de mostarda, que, quando se semeia na terra, é a menor de todas as sementes que há na terra; mas, tendo sido semeado, cresce, e faz-se a maior de todas as hortaliças, e cria grandes ramos, de tal maneira que as aves do céu podem aninhar-se debaixo da sua sombra. (Mc 4.30-32).

A fé que Jesus fala não era pequena, mas a comparação estava no que o grão de mostarda se transforma após ser semeado. A fé nasce em nossos corações, cresce e fica grande a ponto de abençoarmos outras pessoas que se abrigarão embaixo de nossa sombra!!! Que Deus nos ajude a possuir essa fé revolucionária, que vence qualquer obstáculo, Amém!!!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Possuiam todos os dons?

Ao lermos a carta de Paulo aos coríntios, logo no primeiro capítulo observamos a preocupação do apóstolo concernente aos dons espirituais. De maneira que nenhum dom vos falta, esperando a manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo, (1Co 1.7).

Tavez você esteja pensando, não era uma preocupação e sim uma afirmação que nenhum dom faltava na Igreja de Corinto. Creio que como eu, você tenha ouvido diversas vezes pregações eloquentes acerca desse assunto. Estudos bíblicos falando que a igreja de Corinto possuia todos os dons, mas em compensação era uma igreja desordenada. Existe um principio em hermenêutica que diz: A Bíblia interpreta a Bíblia. Vejamos algumas coisas que Paulo disse aos irmãos de Corinto:

a)Acerca dos {dons} espirituais,não quero, irmãos, que sejais ignorantes,(1 Co 12.1)

b)Segui a caridade e procurai com zelo os {dons} espirituais, mas principalmente o de profetizar,(1 Co 14.1).

No primeiro tópico, Paulo esta demonstrando sua preocupação com a igreja de Corinto acerca dos dons espirituais. Porque ele não queria que eles continuassem ignorantes no assunto. Ora se a igreja de Corinto possuia todos os dons, porque então o apóstolo estaria preocupado acerca da ignorância deles sobre o assunto?

No segundo tópico, Paulo recomenda os irmãos de Corinto a seguir a caridade(amor)e procurar com zelo os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar. Ora se eles possuiam todos os dons, como Paulo pede para eles procurarem os dons?

Essas perguntas tem respostas, porque a Bíblia é algo fantástico que Deus deixou para a humanidade como fonte de conhecimento!

Nesse caso em que estamos analisando, uma letra faz com que nossa mente que esta treinada com a lingua portuguesa, pense logo que a igreja de Corinto possuia todos os dons. A palavra do texto que lemos esta assim: que nem um dom vos "falta". Se eu substituir a palavra falta por falte mudaria todo o sentido do texto, e com isso estaria sendo coerente com as demais recomendações de Paulo a igreja de Corinto acerca dos dons espirituais. Você pode estar perguntando, mas Pr Marcos Mota, então eles não tinham todos os dons espirituais? Eu digo que não. Porque o texto grego quando usa o verbo faltar é ύστερέω(risteréo, forma de pronunciar) fala de algo que nós não temos.

Apesar que no texto grego "ύστερέω" está na forma infinitivo do presente médio como "ύστερεισθαι". Agora que já fizemos a interpretação podemos entender as recomendações e preocupações do apóstolo Paulo com a igreja de Corinto acerca dos dons espirituais. Era a igreja mais problemática do ministério de Paulo. Mas com a operação dos dons espirituais na igreja as pessoas voltariam mais para o espiritual e esqueceria as coisas carnais, porisso Paulo insistia com eles para se apegarem aos dons espirituais, Amém!

Jesus suou gotas de sangue?

Esta pergunta poderia ser uma afirmação por várias razões:

1- Porque a maioria das Bíblias afirmam isso: E, posto em agonia, orava mais intensamente. E o seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue que corriam até ao chão.(Lc 22.44)

2- Porque todas as mensagens que ouvimos acerca do fato, afirmam que Jesus suou grandes gostas de sangue.

3- Porque muitos falam que Jesus teve uma hematidrose. O que é uma hematidrose? A Hematidrose é um fenômeno raríssimo, apenas uma fraqueza física excepcional onde o corpo inteiro dói, acompanhada de um abatimento moral violento, causada por uma profunda emoção, por um grande medo. Apenas um ato destes pode causar o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas onde o suor anexa-se ao sangue formando a hematidrose.

A hematidrose pode ser mais entendida como uma transpiração de sangue acompanhada de suor,Hematidrose (hêmato+hidrose).

Por todas essas razões você poderia dizer: Então não é uma pergunta é uma afirmação.
É exatamente assim que gosto que você pense, porque é o pensamento de quase todos, e não esta errado pensar assim, haja visto que sempre lemos, e aprendemos desta maneira.

Quando quiz estudar o grego foi para entender a etimologia das palavras e ter um esclarecimento de todos os textos que eu poderia estar estudando. E foi exatamente quando um dia me deparei com um texto em uma apostila que eu iria lecionar para um curso médio de teologia que me chamou atenção. Porque o texto dizia que Jesus suou grande gotas como que de sangue.

Imediatamente recorri ao texto grego e vi que essa palavra "como" estava no texto em grego. Tive um professor que sempre dizia: Quem lê o grego come da raiz da árvore, mas quem não lê, come da copa da árvore. Isso não é desmerecer o texto em português, pelo contrário, sou grato a Deus por ter servos capacitadíssimos como João Ferreira de Almeida e outros que fazem parte de comissões de interpretação da Bíblia. Como quero colaborar com todos que visitam meu blog, gostaria de deixar a palavra que muda todo o sentido do texto; ώσεί—1. partícula denotando comparação, como, semelhantemente, algo como.

É o mesmo caso da visão de João na Ilha de Patmos. Os pés de Jesus não era latão reluzente, mas como. Se formos fiéis ao texto que não é o original, mas cópia dele, poderíamos afirmar que Jesus suou grandes gotas como que de sangue. Esta é a maneira exata de interpretar o texto. Mas deixo uma recomendação aos pregadores e ensinadores. Não criem dissenções em suas igrejas por esse texto, mesmo porque isso não muda muita coisa, é só mais um detalhe das Escrituras Sagradas, Amém!!!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Você conhece o mormonismo?

Introdução: Embora os Mórmons sejam um povo aparentemente simpático e tenham um programa de beneficência social igual aos melhores do mundo, o mormonismo é uma das piores seitas falsas de que se tem conhecimento. São verdadeiros lobos vestidos de cordeiros. Os missionários dos Mórmons são bem treinados em seus métodos, e quem é crente só de nome é presa fácil para seus argumentos. Entretanto, uma pessoa que realmente nasceu de novo não cairá em suas presas doutrinárias, porque sua regra de fé e prática é a Bíblia sagrada.

Breve Histórico do Mormonismo: O "profeta" dos Mórmons, Joseph Smith Júnior, nasceu em 23 de dezembro de l805 em Sharon, Estado de Vermont. Foi criado na pobreza e superstição. Em 1820, aos quinze anos, já residentes em Palmira, estado de Nova Iorque, participou de um grande movimento evangelístico na região, e ao orar num bosque (segundo ele), perguntando a Deus qual Igreja devia pertencer, apareceram-lhe dois anjos resplandecentes e lhe disseram que todas as igrejas estavam desviadas; e que ele não se unisse a nenhuma. O evangelho de Cristo em breve seria restaurado. Veja Gl 1.8,9.

a) A Segunda visão de Smith: Segundo o relato do próprio Smith, apareceu-lhe o "anjo" Moroni, que, segundo fez crer, havia vivido naquela mesma região há uns 1400 anos. Ainda conforme o relato de Smith, Mórmon, o pai de Moroni, um profeta, havia gravado a história do seu povo em placas de ouro. Quando estavam a ponto de serem exterminados por seus inimigos, Moroni teria essas placas ao pé de um monte próximo do local onde hoje é Palmyra. Nessa visão, Moroni teria indicado a Joseph Smith o lugar onde as placas teriam sido escondidas, e lhe emprestou umas pedras especiais, um certo tipo de lentes, chamadas, "Urim e Tumim", com as quais Joseph Smith poderia decifrar e traduzir os dizeres dessas placas.

b) Fundação da Igreja Mormon: Joseph Smith encontrou quem o aceitasse como profeta e fundou uma Igreja com seis membros. Esta, no conceito dele era a única igreja verdadeira. Somente nela se conseguiria a salvação da alma. Os crentes deviam edificar uma teocracia, isto é, teriam seu próprio governo civil sob a direção. Smith, o profeta, seria o presidente. Teria a ajuda de doze apóstolos. Os que não recebiam a mensagem eram chamados de "gentios". Uma série de "revelações" de Jeseph Smith foi desenvolvendo a doutrina da Igreja e transformado-a em um politeísmo, conf. Doutrinas e Convênios.(Livro da seita).

c) Perseguição à Igreja Mormom e seus Motivos: Devido à doutrina da poligamia, Smith e seus seguidores sofreram várias perseguições, razão pela qual eram levados a peregrinar de um a outro ponto da América, procurando onde estabelecer uma colônia e fundar o reino de Deus. Encontraram acolhida em Illinois, onde erigiram a cidade de Nauvoo. Aí acusado de grosseira imoralidade falsificação, Smith foi preso, e uma turba enfurecida invadiu a cadeia e, a tiros, matou Smith e a seu irmão Hyrum. Veja (2 Co 4.4).



As doutrinas do Mormonismo

Primeiramente é bom destacar que o Mormonismo não é um grupo doutrinário que esteja dentro do corpo cristão. Esta igreja prega um Deus diferente, um Jesus diferente, e um céu e inferno diferente. Ela ataca a integridade da Bíblia, e proclama um outro evangelho. Suas doutrinas "eternas" ou "evangelho" e plano de salvação são dirigidos pelo deus desta terra através de um profeta, "vidente e revelador" onde os membros devem demonstrar obediência total, se quiserem ganhar a vida eterna.

a) Doutrina Sobre a Bíblia: Os Mormons dizem crer na Bíblia até onde ela se haja conservado com a tradução correta. Afirmam que a "Igreja apóstata" tem corrompido gravemente, tirando muitas partes e acrescentando outras. Publicaram sua própria versão da Bíblia. A confrontação da Bíblia atual com manuscritos antigos faz ver que Deus admiravelmente tem conservado sua Palavra livre de tais alterações e corrupções. Os Mormons dizem também que os profetas vivos valem mais que todas as Bíblias. Veja Ap 22.18,19; Pv 30.5,6.

b) Doutrina sobre Deus: O Mormonismo ensina que há muitos deuses. Os livros sagrados desta Igreja se contradizem com respeito a esta doutrina. No princípio ensinavam que havia um só Deus, seguindo a doutrina unitária que havia um só Deus, seguindo a doutrina unitária que se encontra no livro de Mórmon, e na tradução que Jeseph Smith fez da Bíblia. Mais tarde a igreja ensinava que havia três deuses, negando a unidade do Pai, do Filho e do Espírito. Depois seus ensinos se converteram num politeísmo radical no qual todos os fiéis chegam a ser deuses. Contra o politeísmo veja Ex 20.1-3; Dt 6.4;4.33,34,35,39; 1 Rs 8.60; Is 45.5,6,12,21,11; Joel 2.27 etc.

c) Doutrina Sobre Jesus Cristo: Dizem que Jesus Cristo foi o Filho de Deus-Adão e Maria. Não foi gerado pelo Espírito Santo, mas por geração natural. Chegam ao absurdo de dizer que Jesus teve várias esposas, entre elas Marta e Maria, as irmãs de Lázaro, e Maria Madalena. Foi desta maneira que pôde "ver sua linhagem" antes de sua crucificação. As bodas de Caná, segundo eles, eram do próprio Jesus e que Joseph Smith foi um de seus descendentes, a linhagem prometida. Para quem conhece a Bíblia não terá dificuldades para refutar esses absurdos heréticos. Veja Mt 1.18-23; Lc 1.26-35. Em relação às bodas de Caná é ler o texto para constatar que Jesus foi apenas convidado para o casamento.


Doutrinas sobre o pecado e a salvação

Ensinam que Adão teve de desobedecer a um dos mandamentos de Jeová para poder cumprir outro mais importante, o de povoar a terra. Pela desobediência de Eva ela foi condenada à mortalidade. Para poder retê-la como esposa e povoar a terra, ele também teria de fazer-se mortal. Sabiamente desobedeceu também para que a raça humana pudesse nascer. Refutação: A bíblia não atribui nenhuma sabedoria à escolha de Adão, pelo contrário desobedeceu a consciente conf. 1 Tm 214; Rm 5.12-19.

a) A Expiação: O Mormonismo ensina que Jesus Cristo expiou somente o pecado de seu Pai, Deus-Adão, Isto fez possível a libertação da humanidade dos efeitos da queda, porém não era para remir o homem dos pecados individuais. Refutação: Se a pessoa negar a divindade de Cristo, nega também, logicamente, a doutrina cristã da expiação. A Bíblia ensina que Jesus Cristo levou o nosso pecado, e não somente os de Adão (1 Jo 2.2; 3.5; 4.10; Is 53.4-6,12;Jo 1.29;1 Co 15.3; Gl 1.4;Hb 1.3;1 Pe 2.24).

b) Batismo pelos mortos: Ensinam que aqueles que morrem sem ter sido batizados na Igreja dos Mórmons, terão oportunidade de ouvir a pregação da verdade no mundo dos espíritos, Muitos crerão, mas não terão ali oportunidade de se batizar para serem salvos. Portanto, os fiéis que ainda vivem, devem batizar-se em lugar de cada defunto cuja conversão deseja. Para essa doutrina citam 1 Pe 3.18-20 e 1 Co 15.29. Refutação: As Escrituras ensinam que hoje é o dia da salvação e que não há outra oportunidade depois da morte. Veja 2 Co 6.2; Hb 927; Mc 16.15,16 etc.

c) A Teocracia: Os Mormons ensinam que o sacerdócio de sua Igreja é o governo de Deus na terra. Os que rejeitam serão condenados. Refutação: Já vimos que a salvação depende da fé em Cristo, não de ser membro de uma Igreja (At 16.31; Ef 2.8). Os cristãos através dos séculos têm chegado a ser membros do reino de Deus, ao receberem o Rei em seus corações e fazê-lo Senhor de sua vida (Rm 14.17).


Refutações Bíblicas

O árbitro maior da fé cristã é, não a teologia seca e morta, nem as alegadas "visões" de homens, sejam, eles quem forem, mas a Bíblia sagrada. E é à luz dos seus ensinos que as crenças do mormonismo são refutadas. A regra de fé e prática do cristianismo sempre foi a Bíblia sagrada.

a) Sobre a Bíblia e Deus. A Bíblia sagrada fala de si mesma como: O Livro dos séculos (Sl 119.89; 1 Pe 1.25); Divinamente inspirada (Jr 36.2; 2 Tm 3.16; 2 Pe 1.21); poderosa em sua influência (Jr 5.14; Rm 1.16; Ef 6.17; Hb 4.12). Absolutamente digna de confiança ( 1 Rs 8. 56; Mt 5.18; Lc 21.33); pura (Sl 19.8; verdadeira (Sl 119.142) etc. Sobre Deus: Deus e Adão são pessoas distintas. Deus é o criador(Gn 1.26), enquanto que Adão é criatura de Deus( Gn 1.27). Deus não é homem (Nm 23.19). Deus é Espírito (Jo 4.24) etc.

b) Sobre Jesus Cristo e sobre a Igreja: Jesus Cristo foi gerado por obra e graça do Espírito Santo ( Lc 1.35). Dizer que Jesus era casado, e que as Bodas de Caná da Galiléia foi a festa do seu próprio casamento, demonstra ignorância quanto à exegese de João 2.2. Muito mais que isto, constitui-se num abominável ultraje à pessoa do Salvador Jesus Cristo. A Igreja foi estabelecida por Jesus (Mt 16.18). Está fundamentada em Jesus (Mt 16..16,18), é vitoriosa sobre o inferno pelo poder de Jesus (Mt 16.18).

c) Batismo pelos mortos, Matrimônio e o castigo eterno: Não há nenhuma referência na Bíblia, nem na história eclesiástica quanto ao batismo pelos mortos como uma prática da Igreja. Pelo contrário, em 1 Co 15.29,30 Paulo faz uma represália. Matrimônio: Segundo a Bíblia, os ressuscitados serão como os anjos, não se casam nem se dão em casamento (Mt 22.30). Sobre o castigo eterno: Ver 1 Jo 2.17; Mt 25.46; Jo 6 51 etc. Ap 2.15.


Conclusão: "Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo'" (1 Jo 4.1). Na história do mormonismo se vê o perigo de seguir personalidade em vez de aderir-se à doutrina sadia. Tal como a popularidade de Jeseph Smith cegou seus seguidores para suas faltas e falsidade de sua mensagem, surgem problemas similares ainda hoje. Existem muitos falsos doutrinadores com muita popularidade em nossos dias.

O ladrão da cruz

"E também eram levados outros dois, que eram malfeitores, para serem executados com ele. Quando chegou ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem como aos malfeitores, um à direita, outro à esquerda", Lc 23.32-33.

O Senhor Jesus tinha predito que, com relação à Sua execução, toda a Escritura teria de se cumprir, inclusive a passagem que diz que Ele seria contado com os malfeitores (Lc 22.37). Ele referia-se a Isaías 53.12, onde está escrito: "Por isso, eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os poderosos repartirá ele o despojo, porquanto derramou a sua alma na morte; foi contado com os transgressores; contudo, levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu".

Aproximadamente 700 anos depois, a profecia cumpriu-se literalmente quando o Senhor Jesus foi crucificado no meio de dois malfeitores. O Evangelho de Marcos também relata que: "com ele crucificaram dois ladrões, um à sua direita, e outro à sua esquerda. E cumpriu-se a Escritura que diz: Com malfeitores foi contado", Mc 15.27-28.

Mateus 27.44 diz que os dois malfeitores zombaram do Senhor Jesus juntamente com as pessoas que passavam por eles, com os soldados, sumos sacerdotes e anciãos: "E os mesmos impropérios lhe diziam também os ladrões que haviam sido crucificados com ele", Mt 27.44.

Mas um desses malfeitores apercebeu-se do engano que estava cometendo e mudou sua atitude em relação a Jesus. Ambos haviam presenciado a oração de Jesus por aqueles que o pregavam na cruz: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, lançaram sortes", Lc 23.34.

Eles também viram Jesus, em meio à dor insuportável que estava sofrendo, preocupado com Sua mãe e com Seu discípulo João (Jo 19.25-27). Além disso, foram testemunhas da relação profunda entre Jesus e Seu Pai, e como o Senhor Jesus orava sem que uma maldição, reclamação ou uma palavra sequer de amargura passasse pelos Seus lábios. Eles viram-no igualmente pregado na cruz como um cordeiro, totalmente submisso, suportando com paciência todo o desprezo e a zombaria do povo. Mas um deles se convenceu que Jesus tinha de ser mais do que diziam que Ele era. Seria verdade o que haviam escrito como acusação na cruz, acima de Sua cabeça: "Jesus de Nazaré, rei dos judeus"? Esse malfeitor reconheceu repentinamente sete coisas significativas a respeito de Jesus:

1. Que Jesus era sem pecado, absolutamente inocente, mas que estava dependurado na cruz como se fosse um amaldiçoado (Lc 23.40-41).
2. Que eles estavam errados zombando de Jesus, principalmente seu colega de infortúnio (v. 40).
3. Ele próprio foi repentinamente tomado pelo temor de Deus (v. 40).
4. Na presença de Jesus ele percebeu que era pecador (v. 41).
5. Ele se arrependeu, pois sabia que Jesus entraria em Seu reino, reconheceu e confessou que só através dEle teria entrada no céu (v. 42).
6. Com essa oração ele também confessou que Jesus é o Senhor: "...quando vieres no teu reino" (v. 42).
7. Ele demonstrou uma fé profunda e admirável (v. 42).

A clara e imediata resposta de Jesus não se fez esperar: "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso" Lc 23.43 (veja também 2 Co 12.4; Ap 2.7). Nesse momento podemos nos perguntar: que chances Deus dá a um malfeitor, a um ladrão, a um homicida? A resposta é: todas! – O perdido só precisa vir a Jesus e clamar pelo seu nome com coração arrependido. Mas não devemos esquecer que o Deus Todo-Poderoso considera todas as pessoas como malfeitoras: "justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos e sobre todos os que crêem; porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" Rm 3.22-23

Vemos que essa passagem fala de "todos", sem exceção. Somos todos pecadores, todos carecemos da glória de Deus. Isso significa que não temos nada de bom para apresentar a Ele. Mas também está escrito que a justiça de Jesus é concedida a todos os que crêem nele.
Os malfeitores na cruz eram ambos pecadores. Um, porém, agarrou a primeira oportunidade e voltou-se para Jesus; o outro perdeu sua última oportunidade. Os dois estavam igualmente próximos de Jesus, mas um espaço infinito separava um do outro. O abismo entre os dois está personificado na palavra "graça". Um continuou com sua zombaria e manteve seu orgulho, permanecendo em seu pecado; o outro, porém, orou: "Jesus, lembra-te de mim..." e experimentou toda a graça do perdão. Por toda uma vida ele havia roubado, matado e cometido pecados – mas o arrependimento sincero e profundo, expresso em uma única frase, abriu-lhe as portas para o paraíso divino. Isso é graça! Um estava no limiar do inferno e entrou no paraíso, o outro estava muito próximo do paraíso e foi para o inferno. Em Jesus decide-se o futuro e a eternidade das nossas vidas. Um morreu profundamente amargurado, com o coração tomado de incerteza, o outro morreu na paz da certeza de entrar no reino de Jesus. Jamais alguém esteve tão próximo da salvação como esses dois malfeitores crucificados ao lado de Jesus. Eles viram com seus próprios olhos a Jesus pregado na cruz como o Cordeiro de Deus no altar do sacrifício. Isso era tão claro e óbvio que até o centurião exclamou mais tarde ao pé da cruz:

"Verdadeiramente, este era o Filho de Deus" Mc 15.39. Amém!!!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

LUTAS, SINAL DE VITORIAS


1 Sm. 30 narra a vitória de Davi sobre os amalequitas em Ziclague. Vamos então, começar nosso estudo identificando, o lugar do conflito "Ziclague" e o povo inimigo de Davi "amalequitas". Ziclague - era uma cidade que ficava ao sul de Judá, e que fora dada a Davi por Aquis, rei de Gate (cidade Filistéia onde Golias nasceu). Ziclague significa "sinuoso". Estando em Ziclague muitos homens e suas famílias uniram-se a Davi e passaram a morar com ele nesta cidade (1 Sm 22.2). Os amalequitas eram inimigos de Davi, descendentes de Amaleque (neto de Esaú), Davi era descendente de Jacó. E Este povo já havia recebido da parte de Deus julgamentos anteriores:

Ex. 17.14 - "Então, disse o SENHOR a Moisés: Escreve isto para memória num livro e repete-o a Josué; porque eu hei de riscar totalmente a memória de Amaleque de debaixo do céu".

Êxodo 17.16 - "E disse: Porquanto o SENHOR jurou, haverá guerra do SENHOR contra Amaleque de geração em geração".

1Sm 15.2 - "Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Castigarei Amaleque pelo que fez a Israel: ter-se oposto a Israel no caminho, quando este subia do Egito".

Podemos observar em todos os acontecimentos do capítulo 30 de 1º Samuel, a Soberania e o Propósito de Deus neste episódio em Ziclague. Como Tudo estava sob Seu controle. Muito embora, não parecesse.

1. Todos temos lutas distintas, mas, um adversário comum.

Davi representa todo aquele que serve ao Senhor e busca fazer sua vontade. Olhando para o seu exemplo, percebemos que mesmo servindo a Deus não estamos isentos de dificuldades. Certa ocasião Jesus, declarou: "Estas coisas vos tenho dito para que tenhais (verbo no tempo presente) paz em mim. No mundo, tereis aflições (ato de prensar, imprensar, pressão, - metáf. opressão, aflição, tribulação, angústia, dilemas); mas tende bom ânimo; eu venci o mundo" (João 16.33)

Em outras palavras Jesus estava dizendo: - Podem ficar certos de uma coisa, vocês terão problemas! E isto eu vos digo para que ninguém vos engane dizendo ao contrário, e para que vocês busquem a paz que precisarão nestes momentos difíceis, em mim.

Portanto, afirmar o contrário é pura ilusão!

Os Amalequitas, inimigos de Davi, que entraram em Ziclague, puseram fogo em tudo, roubaram seus bens, suas esposas e filhos. Eles representam Satanás e suas hostes infernais, que estão preparados para nos atacar, tão somente encontrem uma oportunidade para fazê-lo. Existem muitos pais, servos do Senhor Jesus, que choram por um filho desviado dos caminhos de Deus e seduzido por um vício, ou, uma filha escrava da prostituição, rebelde. Outros, com aquele ente querido no fundo de uma cama com câncer, AIDS ou qualquer outra enfermidade. Homens de negócios que perderam todos os seus bens, e conseqüentemente suas esposas e família, falência total.

Isto pra não falar do mal do século, que são as doenças psicossomáticas: depressão, medo, e uma infinidade de outros sentimentos capazes de levar uma pessoa até mesmo ao suicídio. Vidas saqueadas pelo Diabo!

Além de ser a adversidade uma realidade deste mundo corrompido, temos um adversário comum, pronto para nos causar dificuldades das mais diversas:

Efésios 6.12 - "porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes".

João 10.10 - "O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância".

1 Pedro 5.8 - "Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar".

Davi e seus homens sabiam que seus filhos seriam escravizados e maltratados. Sabiam que suas filhinhas e mulheres seriam estupradas, envergonhadas. Davi era um guerreiro e sabia como "o conquistador" procedia para com o "conquistado". Então, 1Sm 30:4, declara que eles choraram....

2. A primeira reação ante das dificuldades.

Davi e seus homens choram, erguem a sua voz em prantos. Choram até não terem mais forças! (v.4) Depois, Davi se angustiou (v.6) - "angustiou-se" - heb. "Afligiu-se, ficou apertado", porque o povo falava em apedrejá-lo.

Podemos chorar quando vem a tribulação, podemos nos sentir apertados, angustiados não é errado. É humano! No entanto, erramos quando permanecemos e nutrimos estes sentimentos.

O povo buscava um culpado pela tragédia. E hoje fazemos o mesmo ante nossas dificuldades. Estamos sempre procurando alguém para culpar pelos nossos fracassos, sempre! E se não encontramos nesta terra alguém para culpar, culpamos Deus.

Só que Davi não fez nada disto. Não culpou, ou condenou absolutamente ninguém. Mas a palavra do Senhor fala que Davi se reanimou no Senhor! Aleluia!

3. A reação daquele que serve ao Senhor.

"Davi se reanimou no Senhor". (ARA)
"O Senhor Deus lhe deu coragem". (NTLH)
"Porém ele se confortou no Senhor em Jeová seu Deus". (TB)
"Davi se esforçou no Senhor". (ARC)
"Davi consulta ao Senhor" (v.7)

(Bíblias nas versões: ARA – Almeida Revista e Atualizada / NTLH - nova tradução na linguagem de hoje / TB - tradução brasileira / ARC – Almeida Revista e Corrigida).

Davi lembrou-se de quem era seu Deus, e reanimou-se NELE. E não só isso, mas buscou a "Sua" orientação no meio do conflito, e obteve resposta de Deus:

"Então, consultou Davi ao SENHOR, dizendo: Perseguirei eu o bando? Alcançá-lo-ei? Respondeu-lhe o SENHOR: Persegue-o, porque, de fato, o alcançarás e tudo libertarás". 1Sm 30.8


4. A Vitória pertence aos filhos de Deus.

Davi seguiu a orientação dada pelo Senhor passo a passo. Perceba que Deus não deu a solução, ou a resposta imediatamente. Ele não disse vá até determinado lugar que os amalequitas estarão lá, assim e assim. Claro que o Senhor poderia assim fazê-lo. Mas não foi assim que aconteceu. Após receber a resposta de Deus, Davi não sabia pra onde ir. Mas ele creu na promessa de vitória e ficou na dependência do Senhor.

Pra onde ir? Vamos pela direita.... E agora? Vamos pela esquerda.... E agora? Olha um egípcio ali na frente quase morto.... é inimigo! Vamos matá-lo? Não, vamos ter misericórdia, quem sabe?

E foi exatamente através das informações obtidas através do egípcio que Davi e seus homens localizaram seus inimigos.

A palavra do Senhor narra, que Davi e os seus combateram desde o raiar do dia, até o sol se pôr. E foram mais que vitoriosos! Lutaram , venceram, e voltaram para seus lares com muitos despojos, pois os amalequitas estavam vindo de outras lutas, não haviam passado só por Ziclague, mas por outros lugares e trazido despojos que agora pertenciam a Davi.

5. As vitórias obtidas devem ser divididas.

Os últimos versículos de 1Sm 30 dizem que Davi além de dividir entre seus soldados dos despojos, dividiu-os entre cidades e príncipes vizinhos.

Trata-se de um princípio. Devemos dividir as experiências obtidas nas lutas e vitórias, com todos aqueles que nos cercam, para que tenham suas vidas fortalecidas e edificadas no Senhor. Para que o nome do Senhor seja glorificado através do nosso testemunho e para que todos saibam que há Deus em Israel. Que cuida, orienta, supre, capacita e respalda o seu povo. Aleluia! Não devemos nos calar, mas proclamar que: HÁ SALVAÇÃO EM DEUS!

Halloween (ocultismo)

HALLOW = SANTIFICADO, SAGRADO
EEN = ABREVIAÇÃO DA PALAVRA “EVENING” = NOITE

Esta festa aparentemente inocente tem estreita ligação com práticas ocultistas, mesmo que muitos não percebam.

POR QUE? 31 de outubro é um dia muito importante na bruxaria. Para os satanistas é um dia especial. E POR QUE?

É quando se encontram com adeptos do mundo inteiro para o ritual de culto em adoração e sacrifícios a seus deuses.
Em New Orleans o "Museu do Vodu apresenta normalmente um ritual de Halloween no qual as pessoas podem ver rituais de vodu reais".Na cidade de Salem, estado de Massachusetts, um festival de Halloween acontece de 13 a 31 de outubro incluindo uma mostra de parapsicologia.
NINGUEM FAZ SEGREDO DISSO E NÃO É OPINIÃO DE POUCOS.
Historiadores, antropologistas, enciclopédias e a mídia tornam claro que o Halloween e suas tradições estão enraizadas na bruxaria e no satanismo. Por que muitos cristãos ainda tem dúvidas?

Talvez porque não conheçam a verdade.

ONDE COMEÇOU O HALLOWEEN? Sua origem data de tempos antigos, quando os druidas (magos de origem celta) realizavam cerimônias de adoração a Samhaim em 31 de outubro. O que é Samhain? É uma palavra de origem celta para designar "O Senhor da Morte".

Os celtas dedicavam esse último dia de outubro para celebrar a "Festa dos Mortos".O DEUS DA MORTE PERMITIA AOS MORTOS VOLTAR A TERRA E ISTO CRIAVA UM AMBIENTE DE TERROR. POR QUE? Os celtas acreditavam que durante as festividades de Samhain, que era no dia 31 de outubro, se introduzia a estação das trevas. os espíritos dos seus ancestrais sairíam dos campos gelados e dos túmulos para visitar suas casas e cabanas aquecidas.

Os celtas criam que teriam de ser muito receptivos e agradáveis para com os espíritos. Eles deixavam comidas do lado de fora das casas para agradar os espíritos que passavam, pois os bons espíritos supostamente protegeriam suas casas contra os maus espíritos durante aqueles meses de inverno.

Os celtas tinham medo do Samhain. Para agradar-lhe, os druidas, que eram os sacerdotes celtas, realizavam rituais macabros. Fogueiras (feitas de carvalhos por acreditarem ser essa uma árvore sagrada) eram acesas e sacrifícios eram feitos em homenagem aos deuses.

Criminosos, prisioneiros e animais eram queimados vivos em oferenda às divindades. Os druidas criam que essa era a noite mais propícia para fazer previsões e adivinhações sobre o futuro. Essa era a única noite do ano onde a ajuda do "Senhor da Morte" era invocada para tais propósitos.

EXISTE UM CONTRASTRE MUITO GRANDE ENTRE OS FATOS E AS IMAGENS DO HALLOWEEN COM O CRISTIANISMO. FALAR SOBRE OS SIMBOLOS E PRATICAS.

A mensagem de amor, paz, caridade e esperança de Jesus Cristo é completamente contrária às imagens sangrentas, que retratam bruxas, mortos saindo de túmulos, vampiros e outros monstros. Halloween é na verdade uma celebração da maldade.

Por mais que se pareça uma brincadeira, você acha que ter um contato com mortos ou estar querendo entrar em contato com eles seja uma brincadeira? ALGUNS PODEM DIZER ISSO É EXAGERO.. ISTO TUDO É SÓ UMA BRINCADEIRA! VAMOS PENSAR LOGICAMENTE JESUS, o Filho de Deus, sempre considerou a astúcia e terrível maldade do diabo. Jesus é a única Autoridade a quem o diabo teme.

Por que brincaria eu com o diabo, se nas páginas da Bíblia encontramos sérias advertência para fugir, estar distante dele? Com o diabo, não se brinca. O que ele quer é devorar vidas! (1 Pe.5.8).

VAMOS VER O QUE BÍBLIA DIZ A RESPEITO DESTAS PRÁTICAS?
“Não procurem a ajuda dos que invocam os espíritos dos mortos e dos que adivinham o futuro. Isso é pecado e fará com que vocês fiquem impuros. Eu sou o Eterno, o Deus de vocês” (Levíticos 19.31).

“Não permitam que se ache alguém entre vocês que queime em sacrifício o seu filho ou a sua filha. Que pratique adivinhação, ou se dedique à magia, ou faça presságios, ou pratique feitiçaria ou faça encantamentos; que seja médium, consulte os espíritos ou consulte os mortos. O Senhor tem repugnância por quem pratica essas coisas,... Permaneçam inculpáveis perante o Senhor, o seu Deus. (Deuteronômio 18. 10 – 13).

"Ninguém pode servir a dois senhores. Ou há de odiar a um e amar o outro, ou se devotará a um e desprezará o outro" (Mateus 6.24). Mas o Espírito expressamente diz que em tempos posteriores alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios (1 TIMÓTEO 4•1).

"Sede pois imitadores de Deus, como filhos amados" (EFÉSIOS 5•1). Aparentemente, este texto nada tem a ver com Halloween. Mas, se formos analisar o momento histórico de Éfeso no tempo em que o apóstolo Paulo lhes escreveu esta carta, entenderemos que este versículo está relacionado a nós hoje, não só pela similaridade da cultura pecaminosa, mas também pela mesma pressão sofrida pela igreja de Cristo, que também os nossos irmãos cristãos sofriam naquela época.

Éfeso era a capital da província da Ásia menor, uma das grandes metrópolis da época, com mais de 250.000 mil habitantes, e chamada a guardadora do templo a grande deusa Diana, uma das sete maravilhas do mundo antigo. Diana a deusa da fertilidade e do sexo, adorada no templo com ofício sacerdotal de aproximadamente 6 mil mulheres, com ritos de prostituição.

O templo e suas práticas era o centro da vida econômica, social e até moral de toda a cidade de Éfeso. Confeccionavam e vendiam estátuas, sacrifivam animais, prostituiam o povo físicamente, moral e espiritualmente. A atenção de todo o povo da cidade de Éfeso estava voltada para o templo da deusa Diana que marginalizava aos contrários as suas práticas, tornando-os indesejáveis diante de todo o povo.

O apóstolo Paulo preocupado com a situação dos cristãos efésios, envia esta carta com a advertência de que se posicionem diante das práticas profanas da cultura de Éfeso, e, como filhos amados Deus, O imitem e façam somente aquilo que Lhe agrada.

Diante do exposto, podemos concluir que esta mesma advertência feita ao povo de Éfeso é direcionada a nós hoje também, para que nos posicionemos diante de tudo que é contrário ao agrado de Deus, levantando a bandeira do Evangelho de Cristo Jesus e, com coragem, vivermos o Evangelho pleno.

Mesmo que todos participem do Halloween, ou que até venhamos a sofrer por não aceitarmos participar de suas práticas, devemos nos posicionar diante desta cultura profana como nos adverte o apóstolo Paulo: "Sede pois imitadores de Deus, como filhos amados" (Efésios 5.1).

Há vida após a morte?

Essa pode ser a pergunta de muitas pessoas com relação à vida além túmulo. Muitas seitas têm ensinado que morreu acabou; outros dizem que a pessoa morre, mas o espírito volta em outra pessoa. Porém quanto olhamos a luz da Bíblia, vemos que a vida após a morte física é real e eterna. Eterna tanto para felicidade como para tristeza e vergonha. Ao morrer, a pessoa irá para o inferno, esperando o julgamento final ou para o Paraíso (ante sala do céu), aguardando o momento da ressurreição dos mortos! Essa verdade esta registrada no Evangelho de Lucas 16.19-31, a parábola do rico e o mendigo.
Algumas grandes verdades do texto:
1- O rico ao morrer, a bíblia só diz que foi sepultado. Isso não quer dizer que todos os ricos vão para o inferno, porem o rico da parábola não tinha aceitado a palavra de Deus na sua vida, v.22.
2- O mendigo ao morrer foi levado pelos anjos ao seio de Abraão. Isso não que dizer que todos os mendigos vão para o céu. É que o mendigo aqui mencionado tinha Deus no seu coração. Existe uma diferença na morte daqueles que servem a Deus e os que não querem nada com Deus. O texto sobreposto menciona que os anjos vieram buscar o mendigo enquanto o rico somente foi sepultado, não havia anjo algum para acompanhá-lo no momento da morte, v.22.
3- E estando o rico em tormentos no Hades (inferno), ergueu os olhos e viu Abraão e Lázaro o mendigo no seu seio. Para um melhor esclarecimento, principalmente aqueles que não têm familiaridade com as escrituras e a teologia; o seio de Abraão era o lugar aonde iam todos os que serviam a Deus antes da morte de Jesus Cristo na Cruz. Era um lugar que ficava em baixo da terra, ao lado do Hades (inferno). O rico clamava ao Pai Abraão que mandasse a Lazaro molhar o dedo na água para refrescar a sua língua, porque estava atormentado em chamas, v.24. Abraão chama a atenção do rico, o qual tinha sido um materialista enquanto esteve com vida sobre a terra, enquanto que o mendigo mesmo não possuindo nada materialmente falando, tinha Deus no seu coração e a ele o servia.
4- Havia uma separação entre o Hades e o seio de Abraão o que não permitia alguém ir de um lado para o outro, pois havia um grande abismo, v.26.
5- O rico estava morto, mas sabia o que acontecia na terra. O rico disse: Rogo-te, pois, o pai, que o mandes a casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos, para que lhe de testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento. Disse lhe Abraão: Eles têm Moises e os Profetas; ouçam-nos. E disse ele: Não, Abraão, meu pai; mas, se algum dos mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam. Porém Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.

Esta parábola é uma advertência para aqueles que enquanto tem a oportunidade de aceitar a Jesus como Salvador pessoal, faça antes que chegue a morte, e dela ninguém escapa. Porém é bom lembrar que o dia de garantir a sua salvação se chama HOJE, amanhã pode ser muito tarde.
Após a morte de Jesus, ele desceu as partas mais baixas da terra e levou cativo o cativeiro, isto é, todos os que estavam no seio de Abraão foram levados por Cristo para o Paraíso, que fica no terceiro céu, onde esta Deus, Ef 4.8-10. Quando o ladrão da cruz disse a Jesus, lembra-te de mim quando entrares no teu reino, Jesus respondeu: Hoje estarás comigo no Paraíso. Jesus é o único caminho que conduz ao Paraíso, pense nisto!

Disciplina Eclesiástica

Leitura: Mt 18.15-22.
A disciplina eclesiástica está em risco de extinção, ameaçada pelo individualismo e a liberdade de escolha do pós-modernismo. Nessa “nova era” antropocêntrica, a igreja é vista como uma organização altamente dependente do indivíduo, e que precisa conservá-lo ao custo de várias exceções. O medo da impopularidade leva muitos líderes à cumplicidade e pecados são justificados em nome de uma atitude mais “humana”. Por outro lado, muitos, em nome do zelo pela disciplina, cometeram injustiças e causaram mais males que bens. Entretanto, a disciplina é necessária na igreja, hoje e em todas as épocas, quando exercida com amor. O termo “disciplina,” em geral, é empregado em vários sentidos: uma área de ensino, ao exercício da ordem, ao exercício da piedade ou a medidas corretivas no seio da igreja. É notável que na primeira referência no Novo Testamento sobre a Igreja local (Mt 18.15-17), e também na última (Ap 3.19), o assunto é sobre a necessidade de disciplina nesta Igreja.
Há alguns tipos de disciplina mencionados na Bíblia:
Disciplina Divina - onde Deus mesmo corrige os Seus filhos pessoalmente (At 5.1-11).
Disciplina Própria - onde nós mesmos corrigimos as nossas atitudes erradas (1 Co 11.31)
Disciplina no Lar - onde os pais corrigem seus filhos (Ef 6.4). Além destas, muitas vezes há a necessidade de disciplina na igreja.
A igreja tem autoridade, dada por Deus, para disciplinar (Mt 16.19; 18.18). A autoridade na disciplina nunca vem daquele que a aplica, mas daquele que a ordenou, ou seja, o Cabeça e Senhor da Igreja, Cristo (Ef 1.22-23). A igreja local aplica a disciplina em nome de Deus. A pergunta a ser feita não é “com que direito a igreja disciplina?”, mas: “Com que direito um membro da Igreja do Cordeiro profana o sangue da aliança e ultraja o Espírito da graça?” (Hb 10.29). Nenhum direito nos é dado, mas sim a responsabilidade de amar o pecador e vigiar para que também não caiamos (1 Co 10.12).
Os propósitos da disciplina são:
1. Manter a reputação de Deus (Rm 2.23,24). Deus é santo e exige que o seu povo também o seja e que haja santidade na sua congregação (Dt 7.6; 28.9; 23.14). O céu é santo (Sl 20.6), o Nome de Deus é santo (Sl 30.4), o trono de Deus é santo (Sl 47.8), o homem de Deus é santo (Sl 106.16), o caminho de Deus é santo (Is 35.8), os mandamentos de Deus são santos (Rm 7.12), o temor a Deus é santo (Hb 12.28), os anjos são santos (At 10.22), JESUS é Santo ( Mc 1.24), O Espírito é Santo (Lc 3.22) e Ele nos ordena que sejamos santos (1 Pe 1.15,16; Ap 22.11).
2. Proteger a pureza moral e a integridade doutrinária da igreja (1 Co 5.6,7; 2 Jo 7-11; 1 Tm 1.13). A igreja não pode tolerar o pecado (Ap 2.20). Se Cristo deseja sua igreja “sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito” (Ef 5.27), a disciplina eclesiástica é altamente relevante, pois é um meio instituído por Deus para manter pura a sua igreja. O servo de Deus sempre deve almejar a pureza da noiva do Cordeiro (2 Co 11.1-3), mesmo diante da possibilidade da sua contaminação pelo mundo.
3. Salvar a alma do crente e restaurá-lo à comunhão com Deus e com a igreja (Mt 18.15; Tg 5.19,20; 2 Co 2.7,8; 10.8; Hb 12.6-11; 2 Ts 3.6-15; 2 Tm 2.22-26).
4. Dissuadir outros a não pecarem, temendo a disciplina (1 Tm 5.20; At 5.11).
A disciplina não é obrigatoriamente sinônimo de exclusão, assim como o remédio para tratar um membro doente não é a amputação, senão em último recurso. Isto ocorre frequentemente por falta de habilidade para tratar o caso e por falta de misericórdia por parte dos crentes. A disciplina tem o propósito de educar, corrigir, livrar do mau caminho (Pv 6.20,23; 5.22,23).
Passos para a disciplina, ensinados por Jesus:1. Repreensão particular (v15; 1 Ts 5.14; Hb 10.25). Uma das melhores coisas a se fazer por um irmão em pecado é confrontá-lo em amor (Pv 27.5-6).2. Com testemunhas (v16; Jo 8.17; 2 Co 13.1; Hb 10.28; 1 Tm 5.19), com o propósito de conscientizar o ofensor quanto aos prejuízos de sua atitude para com a comunidade do corpo de Cristo e prover testemunhas. Isto é uma referência à prática do AT de não se condenar alguém com base apenas em uma opinião pessoal (ver Nm 35.30, Dt 17.6 e 19.15).3. Repreensão pública (v17). Diante de tal pronunciamento cada membro do corpo de Cristo deve orar pelo pecador, evitar comentários desnecessários (2 Ts 3.14-15) e vigiar a si próprio (1 Co 10.12). Tal oficialização pública da disciplina traz implicações temporárias em relação aos sacramentos (1 Co 11.27);4. Desligar da comunhão (v17). Nesse caso, o ofensor é tido como gentio (a quem não era permitido entrar nos átrios sagrados do templo do Senhor) e publicano (que eram considerados traidores e apóstatas: Lc 19.2-10). Com estes não há mais comunhão cristã, pois deliberadamente recusam os princípios da vida cristã (1 Co 5.11). Se o seu pecado é heresia, ou seja, o desvio doutrinário das verdades fundamentais ensinadas nas Escrituras, eles não devem nem mesmo ser recebidos em casa (2 Jo 10-11).
A disciplina deve ser exercida em amor (Hb 12.6-11; Ef 4.15; 2 Ts 3.15; 2 Jo 6; 2 Co 2.6-8; Pv 13.24), mansidão (2 Tm 2.24,25; Gl 6.1), bondade (Rm 15.14), paciência (1 Ts 5.14) e com pesar (1 Co 5.1,2).As Escrituras mostram que a disciplina de Deus é um exercício do seu amor por seus filhos (Hb 12.4-13). Amor e disciplina possuem conexão vital (Ap 3.19). Além do mais, disciplina envolve relacionamento familiar (Hb. 12.7-9), e quando os cristãos recebem disciplina divina, o Pai celestial está apenas tratando-os como seus filhos. A disciplina que vem do Senhor “é para o nosso bem (v. 10).” Ainda que seja inicialmente doloroso receber disciplina, a mesma produz paz e retidão (v. 11). O propósito de Deus em disciplinar não é o de incapacitar permanentemente o pecador, mas antes de restaurá-lo à saúde espiritual (v. 13). A igreja não pode ser : “o único exército que abandona seus feridos no campo de batalha”.
O pecador deve ser afastado, antes que contamine outros (Rm 16.17; 2 Ts 3.6, 14; 1 Co 5.6-13; 1 Tm 1.20). O Obreiro que causar escândalo deve ser tratado com o mesmo rigor (1 Tm 5.19,20; Gl 2.11-18)
Motivos para disciplina / afastamento: • Divisões e escândalos (Rm 16.17; Tt 3.10-11; At 20.29,30; 16.17-20)• Devassidão, idolatria, bebedices, roubo, maledicência (Rm 5.11)• Heresia (2 Jo 6,9,10)• Imoralidade (1 Co 5.1);• Blasfêmia - ensinar doutrina errada sobre a pessoa e obra do Senhor Jesus Cristo (1 Tm 1.20).
Os pecados que foram explicitamente disciplinados no Novo Testamento eram conhecidos publicamente e externamente evidentes, e muitos deles haviam continuado por um período de tempo.
Casos que precisam de orientação, mas não punição:
• Tropeço (Gl 6.1). Neste caso o pecado não foi planejado e não era costume da pessoa agir assim.
• Dúvidas sobre doutrina (Jd 16-23). Estas pessoas não são falsos ensinadores, mas precisam de compaixão e esclarecimento.
• Desordenado (2 Ts 3.6-14). Esta pessoa intromete na vida de outros; ou não quer trabalhar para ganhar a sua vida material; passa muito tempo nas casas dos outros falando o que não deve; usa a Palavra publicamente para atacar outros. Toda a igreja deve mostrar que não está gostando do seu comportamento e não deve dar oportunidades para ele.
A disciplina visa à restauração. Portanto, o disciplinado deve ser acompanhado e orientado pela igreja em todo o tempo da sua disciplina. Não deve ser afastado dos cultos de instrução e oração, pois neste momento ele está fraco e precisando alimentar seu espírito com as coisas de Deus.O arrependido e disciplinado deve ser genuinamente perdoado (Lc 17.3). Deus perdoa, mas a igreja local muitas vezes não esquece, mas isola o irmão e o trata como se não tivesse sido perdoado. A igreja precisa perdoar como Deus o faz (Mq 7.18,19).Paulo exorta a igreja para que manifeste perdão, conforto e reafirmação de amor para com o arrependido, para que “o mesmo não seja consumido por excessiva tristeza” (2 Co 2.7-8). Outra razão para esta exortação é para que “Satanás não alcance vantagem” sobre a igreja, criando amargura, discórdia e dissensão (v. 11). Há sempre a possibilidade de que o disciplinado não se submeta à disciplina, e acuse a igreja de discriminação. Tal atitude apenas manifesta ignorância e estupidez (Pv 12.1 - tradução literal). Segundo as Escrituras, é o pecado e a determinação em segui-lo que gera discriminação, e não a disciplina (1 Co 5.5 e 1 Tm 1.20). O homem espiritual deve submeter-se à disciplina (Hb 13.17) e não rejeita-la, pois isso seria seu fim (Pv 5.11-14).

Manejando bem a Palavra


"Procura (ou estuda para) apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem que se envergonhar, que maneja (ou divide) bem a Palavra da verdade"- II Tm 2.15
* * * *
Os que procuram ensinar a Palavra de Deus, dividindo-a bem, deparam frequentemente com a contestação de que "Toda a Escritura é divinamente inspirada e é proveitosa..." ( II Tm 3.16). Com a citação desta passagem pretende-se afirmar que a divisão da Bíblia em dispensações, e a ênfase dada às diferenças entre si, constituem uma desonra para Deus, uma vez que, de Gn 1 a Apocalipse 22, tudo o que ali se encontra é para nós.
Significará, então, isso que II Tm 2. 15 e II Tm 3.16 se contradizem? Decerto que não. O fato é que os dois versículos, escritos apenas com um intervalo de escassos parágrafos, pelo mesmo autor, à mesma pessoa, e no mesmo Livro, completam-se mutuamente. II Tm 3.16 declara que toda a Bíblia foi dada para proveito do obreiro de Deus, enquanto que II Tm 2.15 explica como esse proveito pode ser obtido por ele. Toda a Escritura é de fato proveitosa quando "bem dividida", porém, quando é mal dividida ou nem dividida é, a verdade é transformada em mentira e torna-se improfícua, isto é, nada proveitosa. Assim, II Tm 2.15 é a chave para II Tm 3.16 e para a compreensão e gozo da Palavra da verdade.
A grande dificuldade jaz no fato de a maioria dos crentes se furtar ao esforço envolvido no estudo das Escrituras que tem em vista a sua divisão correta. E, infelizmente, os seus líderes espirituais encorajam-nos muitas vezes na sua letargia.
Há alguns anos ouvimos um pregador exclamar: "Alguns dizem, ‘Isto é para o Judeu e aquilo é para a Igreja’. Eu tomo a Bíblia toda!"
Quereria ele dizer com isso que nós não deveríamos distinguir entre o programa de Deus para Israel nos tempos do Velho Testamento e o Seu programa para o Corpo de Cristo nos nossos dias? Certamente que não, mas deu a entender isso. Quereria com isso dizer que os que dividem assim a Palavra de Deus não crêem em toda a Bíblia? Não, mas deu essa impressão. Ele desencorajou os seus ouvintes do empenho e do esforço na divisão correta da Palavra da verdade, ao dar a entender que os que assim fazem, rejeitam partes da Bíblia como não sendo para eles. E este pregador era representante de um grande número de líderes espirituais na Igreja hodierna!
Será de admirar que a maioria dos crentes use a Bíblia meramente para leitura devocional, negligenciando, muitas vezes, mesmo isso? Como se pode esperar que tenham interesse no estudo das Escrituras quando os seus próprios líderes falham em ser o exemplo? Basta olhar à volta para se ver isso. Onde estão os ensinadores bíblicos do passado? O que é que aconteceu às grandes conferências bíblicas do passado, que se fazia por todo o globo? Quantos pregadores ensinam a Palavra de Deus às suas congregações? E os missionários e evangelistas? Não há atualmente um sentimento difundido por toda a parte de que eles não necessitam de estudar demasiado a fundo as Escrituras, uma vez que "a tarefa deles é ganhar almas"?
Como resultado, a grande maioria dos crentes compreende na realidade muito pouco da Palavra de Deus. Conhecem os fatos básicos da salvação, mas parecem bastante satisfeitos em permanecer sem conhecimento quanto às verdades preciosas que, examinadas, fariam deles obreiros aprovados por Deus, não necessitando de se envergonharem do seu serviço para Ele.
Mas, em vez de estudarem até atingirem uma melhor compreensão da Palavra de Deus, e de se tornarem hábeis no seu uso, muitos se vangloriam de estarem satisfeitos com "as coisas simples"!
E isto, depois de Paulo ter orado fervorosamente para que os crentes tivessem o espírito de sabedoria e revelação no conhecimento de Cristo ( Ef 1.17), para que conhecessem o que era seu em Cristo (Ef 1.18-23) e compreendessem a sua largura e comprimento e profundidade e altura! (Ef 3.18). Isto, depois de todo o seu labor e conflito e luta para que tivessem "a plenitude da inteligência (ou a completa certeza do conhecimento)"! (Col 1.28 – 2. Isto, depois de todas as suas orações para que fossem "cheios do conhecimento da Sua vontade, em toda a sabedoria e inteligência espiritual (Col. 1.9). Isto, depois da sua repreensão aos bebês carnais a quem ele só podia pregar Cristo crucificado, e nada mais; e a quem ele teve de alimentar somente com leite, porque não podiam digerir alimento sólido! (I Cor 2.3).
Muitas vezes os crentes indolentes consideram-se bastante espirituais, meramente porque as suas orações afloram facilmente à flor da pele. Vangloriam-se no seu contentamento com "as coisas simples", quando deviam envergonhar-se da sua indiferença para com a Palavra escrita. Clamam ter grande devoção para com Deus, mas negligenciam o único meio de conhecê-lo melhor. Professam ter fé fervorosa n’Ele, mas dificilmente descobrem o que Ele lhes disse precisamente. Não meditam como Davi, na Palavra de Deus, dia e noite, nem como os profetas que "inquiriam e tratavam diligentemente" quanto ao seu verdadeiro significado.
Os resultados desta atitude para com a Palavra de Deus são aterradores, pois embora tal atitude possa levá-los a confiarem em Cristo para a salvação, conduzi-los a exercitarem, na maioria dos casos, uma fé cega, supersticiosa, que só pode desonrar a Deus. Os sentimentos são tomados por fatos e os seus próprios desejos pela Palavra de Deus. Tomam uma direção errada dizendo, "Mas eu orei fervorosamente ao Senhor quanto a isso e agora me sinto perfeitamente em paz". Afirmam, "O Senhor falou-me", e referem-se a algum sentimento em vez de se referirem a alguma passagem das Escrituras consistentemente aplicada. Dizem descuidadamente, "Se encontra na Bíblia, creio", mas quando lêem a Bíblia tomam para si somente o que excita os seus corações, sem aplicarem o resto, e não sabendo exatamente porque.
Mas os que se vangloriam no seu contentamento com "as coisas simples" e se opõem ao estudo dispensacional da Bíblia, na base de que toda ela é para nós, têm certamente ignorado o fato de que todas as Escrituras foram dadas para que o homem de Deus fosse perfeito e perfeitamente instruído para a Sua obra. (Ver II Tm 3.17).
Existe uma grande diferença entre o "filho de Deus" e o "homem de Deus", e ninguém que permaneça menino na verdade pode ser aprovado como obreiro para Deus ou como soldado de Jesus Cristo, pois os obreiros que Deus aprova devem saber como manejar bem a Palavra da verdade e os soldados que Ele honra devem saber como empunhar a Espada do Espírito.
Simpatizamos com os que têm começado a estudar a Bíblia dispensacionalmente e têm ficado confusos. No seu início, o estudo de quase todas as coisas é confuso, mas quando há perseverança da nossa parte, começamos a compreender e a colher os frutos do nosso trabalho. Na verdade, para qualquer pessoa inteligente, as Escrituras continuam a ser confusas até que se aprenda a manejá-las, ou dividi-las, e a compreendê-las bem. E que gozo se pode comparar ao ter a compreensão mais plena da Palavra de Deus?
A respeito do grande reavivamento espiritual no tempo de Esdras, quando a lei foi lida e explicada ao povo de Israel, está escrito o seguinte:
"Então todo o povo se foi a comer, e a beber, e a enviar porções, e a fazer grandes festas; PORQUE ENTENDERAM AS PALAVRAS QUE LHES FIZERAM SABER" (Ne 8.12).
Na manhã da ressurreição, dois discípulos iam a caminho de Emaús, cansados e com o coração partido porque o Seu Mestre tinha sido crucificado. Eles não compreendiam que segundo a Palavra profética Ele devia sofrer e morrer antes de entrar na glória. Então, sem que se desse a conhecer, o Senhor Jesus aproximou-se deles e explicou-lhes isso pelas Escrituras até eles entenderem, crerem e se regozijarem.
"E disseram um para o outro: PORVENTURA NÃO ARDIA EM NÓS O NOSSO CORAÇÃO QUANDO, PELO CAMINHO, NOS FALAVA, E QUANDO NOS ABRIA AS ESCRITURAS?" (Lc 24.32).
O estudo dispensacional da Bíblia pode no início parecer confuso, mas na realidade ele dissipa toda a confusão, explica problemas difíceis, reconcilia aparentes contradições e confere poder ao ministério do crente.
Se entrássemos no interior duma moderna Repartição Postal dos Correios nos Estados Unidos, sem dúvida que nos pareceria tudo bastante confuso. Porém, seria um erro sugerir a acumulação de toda a correspondência num canto e dividi-la indistinta e promiscuamente, distribuindo-a a todos os que a viessem buscar, como alguns fazem com a Bíblia. Os empregados da Repartição "dividem bem" a correspondência na sua distribuição e, deste modo, cada pessoa recebe o que lhe foi dirigido a si. O que aparenta ser confuso para o principiante, não é senão uma simplificação da obra a ser feita de maneira a que cada pessoa obtenha a sua própria correspondência privada.
Embora na Bíblia, aquilo que foi dirigido aos de outras dispensações nos seja dado para nossa instrução e proveito, não devemos confundir isso com a nossa correspondência particular ou cometer o erro de tomar a peito instruções dirigidas a outros.
Enquanto eu leio a correspondência que é dirigida a mim, um amigo meu pode pôr na minha mão, para meu interesse ou informação, a correspondência que lhe é dirigida a ele. A sua correspondência e a minha podem conjuntamente servir de informação e de proveito; todavia, devo ter cuidado em não confundir as duas, esperando receber coisas que foram prometidas apenas a ele ou tomar a peito instruções que lhe foram dirigidas.
Assim, toda a Bíblia é para nós, mas nem toda é dirigida a nós ou escrita acerca de nós, e se queremos realmente compreendê-la e gozá-la e saber como usá-la eficazmente no serviço para Cristo, devemos ter sempre o cuidado em notar quem está a escrever, a quem, o quê, quando, e porquê.

Como todos pecaram?


Rom 5.12 – Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram.

1- Alguns interpretes dizem: "Em Adão";, isto é, todos os homens participaram, em Adão, do pecado original, e contra esse pecado é que o juízo foi proferido. Essa idéia é frisada por causa da analogia com o ato isolado de justiça que nos outorgou a justificação. A expiação de Cristo foi exatamente esse ato, mediante o qual somos justificados, e não mediante inúmeros atos de justiça que porventura pratiquemos. Por semelhante modo, somos julgados por causa de um único ato – o pecado de Adão – do qual todos participamos. Há evidências rabínicas em favor dessa idéia.

2- Outros afirmam que em Rom 5.12 fala de pecados individuais (e essa opinião é confirmada pela maioria dos intérpretes). Também há evidências rabínicas quanto a esse ponto de vista.

3- Talvez seja melhor misturar esses pontos de vista. O homem nasce com o pecado original. Ele pecou em Adão. Mas cada indivíduo também tem seu próprio pecado. E ambas as modalidades o condenam. Isso está em consonância com os princípios ensinados em Rom 2.6, cada um será finalmente julgado de acordo com suas próprias obras. O pecado de Adão é a raiz; os pecados da humanidade são os ramos; os pecados individuais são os frutos. A sentença de julgamento recai sobre a árvore inteira, e não apenas sobre uma parte da mesma. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus, Rm 3.23.

Como ilustração do que Paulo procurava dizer aqui, podemos usar uma árvore, com suas raízes, com seu desenvolvimento acima do solo e com seus frutos. A realidade de tudo quanto uma árvore é que se origina de suas raízes. Uma árvore, entretanto, é bem mais do que apenas as suas raízes; pois também consiste no grande tronco que se eleva da superfície do solo. Também inclui até mesmo os seus frutos. Ora, outro tanto sucede no caso do pecado. A raiz é o pecado de Adão, e o juízo divino foi pronunciado contra a raiz. Mas o pecado também desenvolveu o seu tronco, visível para todos, o que representa o princípio do pecado, que opera neste mundo. Finalmente, o pecado tem seus frutos, o que significa os atos individuais de todos os homens. Ora, tais atos também produzem o julgamento, determinando a intensidade do mesmo, porquanto a declaração bíblica, freqüentemente repetida, é que os homens serão julgados de acordo com as suas obras. Portanto, para dizermos toda a verdade, o pronunciamento original do julgamento foi contra a transgressão de Adão, de cujo julgamento todos os homens são apresentados como participantes. Jesus é o único que pode livrar o homem do pecado que o leva de passos largos ao inferno. Ao morrer na cruz do calvário, derramando seu sangue inocente em favor da humanidade, Jesus nos comprou, nos resgatando das garras de Satanás e da escravidão do pecado. De maneira que, quando uma pessoa aceita Jesus como seu único e suficiente Salvador, os seus pecados são purificados e o seu nome é escrito no livro da vida. Dou graças a Deus porque fui alcançado por essa tão grande salvação, a qual me transformou em um novo homem, para louvar e glorificar o nome do meu Senhor Jesus Cristo. Amém.













Contra quem lutamos?

A Bíblia afirma: «Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.» Ef 6:12.

Há dois oponentes convivendo dentro de mim. Constantemente eles combatem. Ganha sempre o que estiver mais preparado para a peleja. A preparação consiste em alimentação e treinamento. As fontes das quais eu bebo definem qual dos lutadores será contemplado. Contemplado com energia e preparo. Quanto mais alimentado e preparado, mais forte este se torna. E o próximo confronto já está definido antes de seu começo. Muito embora, se engana aquele que acredita que a carne é a inimiga infame. Quem está vivo é carne, e quem vive com o Espírito é carne em parte também. Esta é a razão que define o maior privilégio do ser humano; ser carne, mas escolher frustrá-la em nome do Espírito. Não lutamos contra carne ou sangue, mas contra principados e potestades. E essa máxima define o nosso inimgo. Não é este o nosso corpo nem a natureza humana. O inimigo é toda a gama de planos ardilosos que o caído, juntamente com seus comparsas, arquiteta contra nós, os servos do Rei. Portanto, lutar pela santidade não é apenas privação carnal, santidade é combater o bom combate espiritualmente e repreender em oração todo ataque que pode se suceder. Santidade é dobrar os joelhos e lutar como um soldado, honrando a farda que o Altíssimo nos confiou. A nossa revolta, nosso ódio nunca devem se refletir no ser humano, mas sempre contra as forças espirituais da maldade, que não poucas vezes agem contra o ser humano. E infelizmente, através de seres humanos que se deixam ser usadas pelo Diabo, fazendo guerrilhas, confusões e intrigas. Deus não se agrada de tais atitudes. Pessoas que assim procedem precisam aprender que a nossa luta não é contra os seres humanos e muito menos irmãos em Cristo, que por sinal estão lutando para chegar no mesmo lugar, o céu!

ALGUÉM NO MEIO DA GUERRA E NÃO SABE

Pensemos em alguém que está no meio de uma guerra, mas não sabe. Ou então alguém que foi recrutado e enviado para o furor de uma batalha, mas que se recusa a aceitar e acreditar. Pensa que está tudo muito bem, que tudo é normal e que precisa é relaxar um pouco. Enquanto os tiros e as bombas são atirados à volta da sua casa, ele não se apercebe. Está ocupado demais pensando como utilizar o seu tempo para descansar e não fazer nada.Quando finalmente decide sair de casa, não leva nenhuma arma nem equipamento.O que será que lhe vai acontecer?...Creio que todos nós poderíamos facilmente responder a esta pergunta sem nos enganarmos. Estamos diante de um ato da mais perfeita loucura com consequências inevitavelmente trágicas. No entanto há uma situação que é ainda mais trágica: cristãos que estão no meio de uma guerra mais decisiva e feroz que qualquer guerra física, mas não o sabem (ou teimam em não acreditar). Que loucura! Viver no meio da guerra desarmado, despreparado e desapercebido. A morte é certa, não importa quantos cânticos de vitória o cristão entoe, ou quantos cultos frequente.



TEMPO DE LUTAR COM DETERMINAÇÃO E CORAGEM

Não temos que lutar contra a carne e o sangue (contra as pessoas). Chega de lutarmos uns contra os outros! Lutas entre famílias; lutas entre gerações; lutas entre igrejas; lutas entre denominações (há quem diga que a Igreja é o único exército que luta contra si próprio). Isso tem que acabar! No entanto, é necessário lutar. Não há nada a temer, pois Jesus prometeu a vitória, mas é fundamental vestir toda a armadura de Deus (Ef 6:11) e lutar, orando e vigiando em todo o tempo (Ef 6:18). Só desta forma poderemos cantar e saborear a vitória.Temos que sujeitar-nos a Deus e resistir ao Diabo para que ele possa fugir (Tg 4:7). Não podemos conformar-nos com este mundo (Rm 12:2), mas vencê-lo pela nossa fé (1Jo 5:4), derrubando todas as muralhas (2Co 10:4) da religião, do cepticismo, do comodismo, do materialismo e consumismo, dos prazeres sensuais e imediatos e de tudo o que se levante contra o conhecimento de Deus (2Co 10:5). Precisamos vencer a nossa carne, alimentando o nosso espírito (Gl 5:16,17) e sendo continuamente cheios do Espírito de Deus (Ef 5:18).Este é o tempo de despertarmos para esta realidade e lutarmos com determinação e coragem. Se, como bons soldados de Cristo, não nos embaraçarmos com os negócios desta vida (2Tm 2:4), mas estivermos prontos a tudo o que o Supremo Capitão ordenar, experimentaremos uma grande vitória e construiremos uma igreja poderosa, avivada, sempre crescente, que conquistará esta geração e esta terra para Deus.



CONQUISTA FINAL

Deus quer nos usar para o crescimento do reino celestial. Prendamo-nos naquilo que realmente é o alvo de nossa luta, as hostes e potestades dos ares (demônios); e aos seres humanos vamos dedicar o nosso amor a maior virtude que fala o apóstolo Paulo. O mesmo apóstolo faz um resumo e diz que se nós tivermos tudo e não tivermos amor de nada vale. Procedendo assim vamos mudar a história de muitas pessoas, as quais serão libertas das garras de Satanás e terão o mesmo direito que nós, de serem chamadas filhos de Deus! Amém.

sábado, 18 de setembro de 2010

O azeite da unção

Um dos aspectos mais incomuns do antigo tabernáculo e do templo era o azeite da unção, especialmente preparado com cinco ingredientes específicos, para a unção do templo e dos sumos sacerdotes. Moisés descreveu o mandamento de Deus para o povo de Israel: "E disto farás o azeite da santa unção, o perfume composto segundo a obra do perfumista; este será o azeite da santa unção. E com ele ungirás a tenda da congregação, e a arca do Testemunho" Ex 30:25-26. Um dos cinco ingredientes necessário na preparação do óleo era o cinamomo. O azeite e seus ingredientes foram perdidos, aparentemente para sempre, quando os romanos destruíram o templo em 70 d.C. e queimaram o pequeno bosque onde estavam as únicas duas árvores que produziam um dos cinco ingredientes. Sem um dos ingredientes, os judeus não poderiam mais obedecer os mandamentos de Deus para ungir o templo reconstruído.

Além disso, o profeta Daniel predisse que quando o Messias retornar, será ungido com esse azeite de unção: "Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para extinguir a transgressão, e dar fim aos pecados, e expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e ungir o Santo dos santos." Dn 9:24. Como essas profecias poderiam se cumprir, se um dos principais ingredientes do azeite foi perdido para sempre? Inacreditavelmente, há vários anos, arqueólogos descobriram em Israel um vaso de barro enterrado perto das cavernas do mar Morto, o qual estava cheio do antigo azeite da unção. Os cientistas confirmaram que o óleo tem dois mil anos de idade e que é composto com os mesmos ingredientes descritos em Êxodo 30:25-26.

Não existe nenhum obstáculo para ofuscar o cumprimento das Sagradas Escrituras. Deus é o Regente do Universo, nenhum dos seus pensamentos podem ser impedidos como disse Jó. Mesmo não tendo os recursos necessários, Deus provê, porque ele é Deus da provisão, Glória a Deus!!!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Video da Semana

A Nova Jerusalém

O termo Nova Jerusalém ocorre duas vezes no Novo Testamento, nos cap. 3:12 e 21:2 do livro do Apocalipse. A palavra nova em Nova Jerusalém vem da palavra grega kainos, que tem um significado diferente de neos, a outra palavra grega usualmente traduzida como novo; Neos refere-se a algo novamente criado, enquanto kainos significa algo renovado ou refrescado.

Na revelação de apocalipse indica-se que as dimensões da Nova Jerusalem é de 12.000 estádios de comprimento e igual dimensão de largura e de altura (a cada estádio segundo a medida da antiguidade é de 185.20 metros do sistema métrico decimal atual) e 144 côvados a altura de seus muros (a dimensão de um côvado na antiguidade, se determinava pela medida que vai do cotovêlo até o dedo médio da mão, variando de 45 a 60 cm.) Isto é, o comprimento a largura e a altura da Nova Jerusalém é de 2.222 Km e o muro de 70 metros de altura aproximadamente. A Nova Jerusalém nada tem haver com tudo o que já vimos ou imaginamos que ela seja. Conhecemos os sistemas de uma cidade do mundo em que vivemos, e quando imaginamos a Nova Jerusalém o que temos em mente é aquilo que já visualizamos, que no caso são as cidades limitadas e com muitos problemas para serem resolvidos pelos administradores das mesmas. Porém, quando falamos na cidade Santa, temos que fazer algumas considerações:

a) Não existe penitenciárias, pois lá não entra criminosos.

b) Não existe hospitais, porque lá não haverá doentes.

c) Não existe nenhum sistema de segurança, não existe violência.

d)Não existe sistema de energia, porque a glória de Deus iluminará e nào haverá noite.

e)Não existe políticos, porque o governo é teocrático ( governo de Deus ).

f) Não existe cemitérios, não haverá mortos.

g)Não existe comércio, nada se vende e se compra.

h)Não existe aeroportos, não precisa de aviões.

i)Não existe mendigos, não haverá miséria.

j)Não existe sistema bancário.


Enfim, nada tem haver das cidades deste mundo em comparação com a Nova Jerusalém!

Segundo João na sua visão:

1- Os muros são de jaspe. Este mineral quebra com uma superfície lisa que seja usada para a ornamentação ou como uma Gema. Pode altamente ser lustrado e é usado para vasos, selos, e em uma vez para caixas de snuff. Quando as cores estão nas listras ou nas faixas, é chamado jasper listrado ou unido. O Egyptian Pebble é um jasper amarelo marrom. Existe um tipo de Jaspe negro chamado de Basanite ou Pedra-de-toque, usado para testar a pureza do ouro.Neste teste, risca-se o basanite com o objeto de ouro e a seguir, coloca-se ácido clorídrico sobre o risco, o ácido ataca o cobre e pela reação, sabe-se a qualidade do ouro.

2- A cidade é de ouro puro. O ouro puro é denominado ouro 1000 ou 24 quilates (24K). Na realidade, o ouro nunca tem uma pureza total, e a classificação mais alta cai para 999 pontos. O ouro 24K que chamamos de 100% puro equivale a 999 pontos na escala européia. O ouro 18K, que tem uma pureza de 75%, equivale a 750 pontos. Só que na Nova Jerusalém o ouro é realmente puro, ouro 1000.

3- Os fundamentos do muro da cidade eram adornados de toda a pedra preciosa.

3.1- Jaspe

3.2- Safira - (do hebraico: ספּיר Sapir) é uma variedade da forma monocristalina de óxido de alumínio (Al2O3), um mineral chamado corindon. Pode ser encontrada na natureza sob a forma de gemas ou produzida de forma sintética para uma infinidade de aplicações.

3.3- Calcedônia - variedade de quartzo.

3.4- Esmeralda - é uma variedade do mineral berilo (Be3Al2(SiO3)6), a mais nobre desse grupo. Outras pedras do grupo do berilo são a água-marinha a morganite e o próprio berilo. Sua cor verde é devida à presença de quantidades mínimas de crômio e às vezes vanádio . É altamente apreciada como gema e onça por onça é a pedra mais valiosa no mundo, perdendo algum desse valor frequentemente devido às inclusões que ocorrem em todas as esmeraldas, porém são essas inclusões que podem determinar se a gema é verdadeira. Tem dureza de 7.5 - 8.0 pontos na Escala de Mohs de dureza, no entanto esta dureza pode ser bastante reduzida dependendo do número e tamanho das inclusões numa determinada pedra. As principais jazidas de esmeraldas são colombianas e pode ser encontrada também no Brasil e no Zimbábue. Sua transparência é de transparente a opaca, mas apenas as variedades mais preciosas são transparentes. A etimologia da palavra "esmeralda" pode provir de duas origens:

* do grego "smaragdos"
* do hindu antigo, de significado "pedra verde"

A esmeralda é extremamente sensível a pancadas fortes, riscos e mudanças de temperatura repentinas.

3.5- Sardônica.

3.6- Sárdio - é uma variedade de calcedônia com cor castanha a castanha avermelhada e translúcida. Difícil de distinguir da cornalina uma vez que a diferença está apenas na cor ligeiramente mais intensa e acastanhada.

3.7- Crisólito - Variedade transparente de olivina.

3.8- Berilo - é um ciclossilicato de berílio e alumínio com fórmula química Be3Al2(SiO3)6. Os cristais hexagonais do berilo podem ser de tamanho muito pequeno ou atingir dimensões de alguns metros. Os cristais terminados são relativamente raros. O berilo exibe fratura , tem uma concoidal dureza de 7,5-8, um peso específico de 2,63-2,80. Possui brilho vítreo e pode ser transparente ou translúcido. Clivagem basal fraca, com hábito bipiramidal dihexagonal. O berilo puro é incolor, mas é matizado freqüentemente por impurezas; as cores possíveis são verde, azul , amarelo, vermelho, e branco. O seu nome tem origem no grego beryllos (bela cor azul-esverdeada da água do mar).

3.9- Topázio - Cristaliza no sistema ortorrômbico e seus cristais são na maior parte prismáticos terminados ou não por faces piramidais, frequentemente apresentando pinacóide basal. Tem uma perfeita clivagem basal e por isso as gemas ou outros espécimes finos devem ser seguradas com cuidado para evitar que apareçam falhas de clivagem. A fratura é concoidal e desigual. O topázio tem uma dureza de 8, peso específico entre 3.4-3.6, e um brilho vítreo. Quando puro é transparente mas em geral matizado por impurezas; em termos de cor o topázio típico apresenta-se cor de vinho ou amarelo-claro. Pode também ser branco, cinza, verde, azul, ou amarelo-avermelhado e transparente ou translúcido. Quando aquecido, o topázio amarelo torna-se frequentemente rosa-avermelhado.

3.10- Crisópaso - Do gr. Khrysóprasos - é uma variedade de calcedónia (quartzo), composta na sua maioria por dióxido de silício. Tem uma coloração verde, que pode variar desde verde pálido até verde-escuro, passando por as nuances. A sua coloração deve-se ao níquel presente nesta pedra. Normalmente é uma gema translúcida, e pode ser uma pedra de grande valor comercial se for semi-transparente com uma boa cor (cor de maçã).
É uma pedra usada em joalharia que é conhecida desde a época dos antigos gregos e usada por estes. Não só era utilizada em sinetes como também em jóias da época.
Este mineral pode ser encontrado em solos lateríticos. Um dos principais processos de formação deste mineral acontece neste tipo de solos. Um solo laterítico (ou laterita) é um solo que é formado através da deposição de elementos do solo, como o ferro e o alumínio, que acabam por formar uma camada que impede que a água penetre no solo sob esta camada. Poderá acontecer que durante a formação desta camada, haja o transporte de sílica para níveis inferiores a esta camada, que é depositada, dando-se depois a formação deste mineral.

3.11- Jacinto - O Jacinto é uma pedra preciosa, da cor alaranjada, a primeira da Terceira ordem das doze pedras do sumo-sacerdote e o décimo-primeiro fundamento da Nova Jerusalém (Ap. 21:20).

3.12- Ametista - é uma variedade violeta ou púrpura do quartzo, muito usada como ornamento. Diz-se que a origem de seu nome é do grego, methuskein, "intoxicar", de acordo com a antiga crença de que esta pedra protegia seu dono da embriaguez. Entretanto, de acordo com o Rev. C. W. King, a palavra provavelmente é uma corruptela de um nome oriental da pedra. A ametista foi usada como pedra preciosa pelos antigos egípicios e era amplamente empregue na antiguidade por entalhadores. Contas de ametista foram encontradas em túmulos anglo-sanxônicos na Inglaterra.

Imagine um muro de Jaspe com 12 fundamentos de pedras preciosas, com 70 metros de altura aproximadamente, por 4.937 km² de extensão aproximadamente. Que coisa fantástica de se ver, nada comparado com os muros da Terra, que por mais lindos e esplendorosos que sejam, não chega aos pés do muro da Nova Jerusalém.

4- A cidade tem 12 portas – Cada porta é uma pérola.

5- A praça da cidade – feita de ouro puro, como vidro transparente.

6- No meio da sua praça e de uma e da outra banda do rio. Estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore {são} para a saúde das nações.


Paulo tinha razões sobejas quando disse: Mas, como está escrito: {As coisas} que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem {são} as que Deus preparou para os que o amam. Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus,

1 Corínthios 2.9 ,10. Estejamos preparados porque a qualquer momento estaremos adentrando nos portais desta maravilhosa cidade, preparada para aqueles que aceitam Jesus Cristo como seu único Salvador e Senhor e permanece fiel a sua palavra, Amém!!!